Trama do RPG - Resumo
Prólogo
Houve um tempo de guerra que assolou o País do Fogo por inteiro, dizimando famílias, campos e gerações a fio fosse a mando da honra ou do dinheiro. Esta era ficou conhecida como a Era dos Estados Combatentes. Cansados do derramamento de sangue intenso recorrente dentro das dependências do lar, as gerações passaram a adotar medidas de paz e cessar fogo, gerando um tempo de paz depois de anos em guerra.

Para dar um fim a tudo isso, o Tratado de Wakai foi assinado pelas quatorze cabeças dos clãs combatentes - e restantes - na presença do Daimyo Shimitsu, um termo de posse em uma região específica no interior do País, demarcado em quatorze territórios. Devido a convivência frequente das famílias em função da proximidade, a convergência dos territórios era iminente. Um segundo encontro diplomático entre os líderes resulto no que veio a ser chamado pouco tempo depois de União do Fogo, governada simultaneamente por estes, em uma junta democrática nomeada Conselho do Fogo.

Junto desta união nasceu um sistema de organização militar, hierarquizando aqueles que chegassem em determinados níveis de poder em um modelo de poder guiado e determinado pelo Conselho. Enquanto alguns já ganhavam altos postos, a preocupação com a educação das crianças das famílias surgia igualmente e, com isso, nasce a Academia Ninja e os futuros talentos que protegerão a União no futuro.
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em 24.12.18 12:41
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em 24.12.18 13:28


——  Missão C: Amor bandido!

O vento soprava forte por toda a vila, algumas folhas chegavam a invadir o quarto pela janela arreganhada, oque me obrigou a levantar-me do aconchego de minha cama para fecha-la, afinal a mãe me obrigaria a catar cada uma daquelas folhas como diversas vezes. A ventaria estava tão aconchegante que cheguei a ficar ali por alguns segundos sentindo a brisa tocar minhas bochechas brancas, chegando até descolori-las a um tom avermelhado graças a frio que carregavam consigo, oque por sinal era o clima perfeito para mim, o inverno, mesmo sem de fato saber que estação estávamos, mas ao julgar pela sensação, não faltaria muito para a friaca chegar. O pais do fogo não presava pelo clima mais álgido do mundo, mas comparado a seu verão onde o sol faz jus ao nome do país, a invernada era o mais agradável.

Certamente aquela manha não era como outra qualquer, estava degustando de um sentimento ímpar, afinal seria meu primeiro dia a serviço da vila. Isso mesmo, sou um shinobi agora. Não que eu tivesse muitos caminhos profissionais a seguir mesmo meus pais me dando total liberdade para decidir. Poderiam dizer oque quisessem ou esconder suas verdadeiras necessidades, fato é que a paz ainda não havia sido alcançada, longe disso, era apenas camuflada com um sistema de "união" entre os clãs, mas quando ainda houver ambição, a guerra continua, talvez as batalhas internas tivessem acabados, mas com certeza não estávamos a salvo dos outros países. E cá estou eu, agora parte do poder bélico da do país e os servindo como um ninja, ta certo que sou um mero Genin, a patente mais baixa da hierarquia shinobi, quiçá nem chegarei ao topo apesar de ambiciona-lo, não para propagar esse ódio infinito, mas para lhe por um fim. Não sei como isso seria possível, bastava-me descobrir como.

Fechei a janela após alguns minutos de reflexão, as folhas haviam invadido todo o quarto como no dia anterior, cataria-os apenas quando a mãe ordenasse, afinal nem me incomodava. Caminhei até o guarda roupas e peguei minhas novas roupas. Trajei meu casaco azul detalhadamente impar por sua gola fofa, munida por pelos de um animal misterioso, mas era branco haha. A vestes debaixo não havia nada de incomum, nem valeria a pena menciona-los. Me faltava apenas um apetrecho para ser apresentado como um verdadeiro shinobi, a bandana que ilustrava o símbolo da folha, amarrei-o em minha testa cheio de orgulho e finalmente poderia ser chamado de ninja. Por ultimo mas não menos importante pegaria minha bolsa ninja e à acoplava junto a coxa direita a fim de facilitar o saque de qualquer armamento junto a minha mão dominante.

Ainda não fui solicitado para uma missão então me restava aguardar ansiosamente por este momento. Saí pelas ruas da folha almejando tomar um chá e comer um bolinho de arroz. A loja da esquina costumeiramente era o meu destino -- Bom dia senhor Kashi. O de sempre por favor -- Educadamente fazia o meu pedido. Era um cliente vitalício da padaria de Kanshi-dono. Não demorou muito para este trazer um pedido, mas não seria minha refeição. Olhou misteriosamente para os lados a fim de obter sigilo enquanto aproximava seu rosto de meus ouvidos enunciando algumas palavras -- Então é um ninja agora garoto? Bom, tenho algo para você. É minha filha Yami. Ela está agindo estranha ultimamente. Todos os dias a tarde da noite ela segue para o mesmo beco. E não é os mais seguros de se frequentar, bandidos andam por aquelas bandas. Apesar dela sempre voltar sem nenhum arranhão eu estou preocupado com ela. Já perguntei diversas vezes o que ela faz por lá. Cheguei a proibi-la de ir ate lá, mas ela acha que me engana pulando as janelas. Por favor Tenma, temo pela segurança dela -- Não fora nada breve em seus dizeres, mas fora bastante claro -- Yami-san? Ela já tem idade para isso não Kanshi-dono?... Ta bom ta bom eu fico de olho. Agora me traga meu arroz -- Relutei mas acabei decidindo me certificar.
Não conhecia muito bem sua filha, apenas que era uma moça bonita e cercada de mistérios, e um deles acabaria por ser descoberto por mim.

Aguardei até o anoitecer em uma viela próxima a sua residência. Como cantou o pai da moça, ela pulou pela janela e caminhou até um beco não muito distante dali, aquela região certamente era perigosa, principalmente para um garota. Usei de minhas habilidades ninjas - que não eram muitas diga-se de passagem - para persegui-la sem ser notado. Optei por fazer a busca pela alto, por isso caminhei por entre os telhados com a cautela que a ocasião exigia. A garota cessou seu caminhar em um estabelecimento um tanto precário, era duvidoso como tal estrutura ainda se mantinha de pé. Dera 3  batidas e proferiu alguns dizeres ao porteiro tendo assim a possibilidade de adentrar. Não consegui ouvir suas palavras mas para minha sorte não seria necessário. Os que ali estavam desproviam de inteligência quando escolheram um local tão caído como aquele. Para minha sorte haviam aberturas pelas janelas que me possibilitava ouvi-los, bastou-me assumir uma boa posição. Seria dali que consegui captar toda a conversa. Como suspeitava a moça discursava com um bandido, e o pior de tudo era que planejavam roubar a loja seu pai " Roubar o próprio pai? Quem faria isso? " Já teria ali provas o suficiente para agir, e não hesitaria em faze-lo.

Pularia por uma das janelas de supetão já enunciando minha chegada -- Ahaa! Peguei os bombinhos não é? Vamos ver oque seu pai vai achar disso Yami-san! -- Talvez não fosse o mais esperto dos movimentos, afinal a vantagem era toda minha permanecendo despercebido, contudo minha intenção ali não seria machucar os meliantes, apenas se ousassem resistir. O homem não demonstrou nenhuma reação, parecia ter aceitado que seu destino seria a cadeia, mas a garota o abraçou implorando para que eu os deixasse em paz -- Eu te conheço criança. Suma daqui. Esse seria o último roubo de Takeda. Íamos fugir depois disso. Takeda mudou, eu juro. Apenas dos deixe partir para longe daqui -- Berrou a garota.

Obtive alguns segundos de reflexão na tentativa de obter um denominador comum, mas nenhum deles me permitiria ignorar o criminoso e lhe dar liberdade -- Escute Yami. Se ele mudou deve saber que seus crimes não devem sair impunes. Nem mesmo está mostrando resistência. Vou levá-lo comigo. Você resolve as coisas com o seu pai! -- Diria a garota ainda aos prantos. Takeda cooperou comigo e se entregou, provando que não era mais o mesmo, mas ainda sim deveria pagar por seus crimes. A garota berrava como se estivesse lhe arrancado o próprio coração, talvez fosse de fato, mas não cabia a mim bombeá-lo. Levaria o criminoso a um superior e voltaria para casa, sequer ousei retornar a loja de Kanshi para lhe explicar oque houve, essa seria a tarefa de sua própria filha.

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em 24.12.18 13:41


——  Missão D: Desencanto

Naquele momento já me encontrava em frente ao superior à espera de minha nova missão.
Minutos antes uma ave pousou a minha janela com um pergaminho junto a sua pata enunciando minha convocação ao gabinete do mesmo. Como todo bom genin empolgado por um serviço, fui de imediato até meu destino, mas assim que cheguei tive que enfrentar uma fila de outros ninjas, isso mesmo, uma fila indiana. Minha empolgação foi pelo ralo, demorou exatos cinco minutos para chegar a minha vez e paciência não era a maior de minhas virtudes, àquela altura já nem almejava uma missão que desafiasse minhas habilidades, apenas que fosse algo simples e rápido para voltar para minha casa ou treinar alguma nova técnica, quem sabe dar uma passada na biblioteca.

-- Próximo! Tenma não é? Então criança tenho uma boa para você! Conhece a senhorita Sokata? Então, ela é muito rica e influente na vila, normalmente está cercada por alguns seguranças e tudo mais. Mas hoje ela pediu o auxílio de um ninja, não sei o que aconteceu com a sua segurança, mas você estará encarregado por ela hoje. Não se preocupe, ela normalmente não sai dos limites da vila então acho difícil estar diante de algum perigo. O máximo que terá que fazer é carregar algumas compras para a senhorita hahahahahaha. Aconselho tomar cuidado com sua beleza, dizem que é encantadora, mas não é para a sua laia criança hahaha. Pode ir agora – Tagarelou o Jonin sem nenhuma pausa sequer. Eu não disse nada, apenas peguei um papel na qual continha o endereço da moça. Para a minha sorte serviria de babá por um dia. Que hilário um shinobi realizar tal tarefa, os mais otimistas diriam que se tratava de uma missão de escolta de uma pessoa importante, me poupe, só podem estar de brincadeira. Como é que dizem mesmo? “Não me alistei para isso”. Essa frase caberia muito bem aqui. Mas como um bom soldado, missão dada é missão cumprida - essa também caberia -

Então parti até o endereço indicado. Não demorou muito para alcançar o meu destino, e a primeira imagem na qual me deparei foi uma moça com cabelos alaranjados e belos cachos, um tanto mais velha, mas ainda assim era jovem. Confesso que era bonita... tudo bem, tudo bem, ela era linda, muito mais que a mulher de qualquer sonho, arriscaria dizer que era um anjo, daqueles enviados pelo todo poderoso. Exagero? Não, não, se estivesse diante de tal obra como estou agora você diria o mesmo, tenho certeza. De repente a empolgação retornou, não sei porque, talvez pelo fato de... de.... deixa pra lá. Estava onde deveria estar, servindo de cabide para um anjo caído, como se importasse estar sendo usado como um burro de carga, era uma honra se fosse para aquela beldade. O interessante seria que nada disse, e eu nada retruquei, apenas segui suas ordens como um bom servo, e o dia passou num piscar de olhos, mas como eu gostaria que durasse a eternidade... Apenas despeitei quando a garota disse “tchau”. Naquele instante pareci acordar de um sonho profundo e a imagem da mesma sumiu de minha mente, sequer sabia se completei a missão, apenas que a noite pairava sobre o país do fogo. Até agora não sei o que aconteceu, mas valeu a pena só por presenciar tal obra de deus. Alguns diriam que fui preso em uma ilusão e virei escravo por um dia. Bobagem... bobagem. Curiosamente voltei para casa sem recordar do rosto da mulher, apenas de suas asas angelicais... Talvez eu tenha mesmo caído em algum encanto...

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em 24.12.18 13:51


——  Missão D: Grama alta

Estava diante do quadro de missões a fim de escolher minha próxima tarefa. Vou confessar que esperava mais de um genin, sei muito bem que é a patente mais baixa da hierarquia, mas estes tipos de serviços qualquer um pode fazer – “Passear com cachorros. Recolher lixo. Ajudante de cozinha... Que serviços são estes? São para um shinobi ou um homem comum? Pelo amor de Deus, sou mesmo obrigado a faze-las. Aff. Ganho mais treinando, vou para o campo de treinamento!” Pensei comigo mesmo um tanto desinteressado com as tarefas ali presente. Mas enquanto caminhava para longe dali deparei-me com um de meus antigos professores na academia ninja. Takumi era certamente o professor mais próximo, afinal suas aulas eram umas das poucas na qual eu não matava.
-- Boa tarde Tenma! Está procurando serviço não é? Bom garoto. Tenho um para você – Cumprimentou-me o homem enunciando uma tarefa para mim.
-- Boa tarde senhor! Ainda bem que tem algo para mim, estou entediado. Fale logo o que preciso fazer – Retruquei esperançando uma tarefa “mais ninja” que as pregadas no quadro.

Contudo não seria nada do que eu esperava – Bom. A grama da academia anda meio alta ultimamente. Pode dar um jeito nisso¿ Sei que não é o seu forte, mas faça essa por mim criança hehe – Disse implorando minha ajuda. Normalmente recusaria no mesmo instante, mas naquela oportunidade abriria uma exceção.
-- Tudo bem! Vou dar um jeito nisso! – Respondi-o coçando a cabeça mostrando um leve descontentamento – Vai achar uma enxada no almoxarife. Boa sorte! – Dissera acenando e partindo para os seus deveres como professor.

" Que saco " Meu destino agora seria o almoxarifado da academia ninja buscar a ferramenta necessária para aparar a maldita grama “E lá vamos nós“ Começaria a capinancia pelo extremo esquerdo. A cada enxadada surgiam mais duas, e naquela tarde em particular, o sol estava esbanjando toda a sua saúde em uma sensação térmica acima do normal. O suor escorria cada vez mais pelo meu cenho. Por vezes fui obrigado a uma pausa para me hidratar e não sofrer em demasia com os raios ultravioleta proporcionados pelo gigante de fogo. Com certeza aquele país fazia jus ao nome, nada mais o adjetiva senão  “Fogo”. Passaram-se horas, para ser mais exato foram duas horas seguidas com enchadada atrás de enchadada, e a cada cinco, daria um gole em minha água para não perecer perante ao sol. E finalmente cheguei ao fim de minha “incrível” jornada quando dei o golpe derradeiro na última mata arrogante, deixando em total simetria a o campo verdejante da academia. Confesso que não foi o melhor de meus serviços, mas dava para o gasto, ainda mais com tamanho empecilho que era aquele calor escaldante. Já não havia mais energia para nada, dei o último gole d’agua em minha garrafa e parti em direção a minha residência, mas não sem antes de ouvir o berro do sensei me gratificando pela atividade – Obrigado Tenma. Te devo uma – Dei um breve aceno em resposta, quiçá nem forças tinha para erguer o braço a uma altura visível para ele, não importava, precisava descansar.

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em 25.12.18 15:55
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em 25.12.18 16:34


——  Missão D: Carteiro

Para ser bem sincero eu não sou bom em introduções, pensei em várias e várias formas de como começar a contar a vocês sobre o dia na qual perambulei por todo o vilarejo servindo como entregador de cartas. Poderia iniciar dizendo que estava em casa em um mensageiro veio solicitar minha convocação. Bom, normalmente é assim que as missões são entregues, e não seria diferente para mim. Mas vou pular a parte chata onde eu saia de casa e ia até o lugar convocado. Vamos direto ao ponto, mas já adianto que não é uma jornada deveras empolgante, na verdade não é nada empolgante, mas ainda sim é uma história e nem todos os capítulos de um livro são carregados de grandes acontecimentos.

Estava carregando uma grande bolsa que continha mais de cem cartas. Para minha sorte o superior havia dito que não entregaria todas elas, apenas a quantidade que conseguisse. Como era um novato, o carteiro chefe também me deu um mapa de toda a União de Fogo, confesso que a vila era maior do que eu imaginava, continha vielas ali na qual nunca ousei passar, mas por falta de desconhecimento. Era curioso também observar como todo o vilarejo era dividido em conglomerados dos clãs, talvez dividir as terras fora a única maneira de arrefecer a guerra entre eles e por um instante sonhar com a paz do País do Fogo.

Pensei o começar pelas regiões na qual já conhecia, então parti para a vizinhança de onde eu morava, e lá o serviço foi rápido, afinal já estava familiarizado com todas as casas por ali. Consegui cobrir uma grande área apenas com o meu conhecimento, mas havia muitas outras na qual nunca havia pisado, e para isso utilizei o mapa do vilarejo para buscar as rotas mais ligeiras e certeiras. Confesso que não provinha de uma inteligência acima da média, tão pouco estava na média para isso. Tudo bem, era bem abaixo da média nesse quesito, mas apesar de tudo, por incrível que pareça, era um bom leitor, e tiraria alguns minutos preciosos para fazer uma leitura adequada de todo o mapa a fim de agilizar minhas entregas buscando as rotas adequadas na qual não precisasse retornar por uma possível rua só para entregar uma ou duas cartas, afinal se assim fosse para todos os conglomerados meu serviço seria eterno. E o formato circulas do vilarejo não me ajudaria em nada para tal tarefa, pois algumas das ruas não possuíam simetria alguma entre as outras e inevitavelmente teria que fazer desvios para assim alcançar as residências mais longínquas, mas este calculo já estava em minha cabeça. Se necessário fosse usaria algumas táticas ninjas como andar sobre superfícies verticais entre outros.

Durante alguns minutos de estudo do mapa, já estava preparado para colocar toda a minha estratégia em prática, e sem mais demoras, iniciei minha odisseia por dentre os atalhos da vila. Certamente poderia me gabar de meu plano pois em aproximadamente uma hora já havia entregue metade das correspondências, me arriscaria a dizer que até o fim do dia, aquela bolsa que carregava estaria vazia. E não deu outra, sequer necessitou o dia inteiro, algumas horas depois já havia terminado o serviço, restou-me apenas retornar ao carteiro chefe e ser bonificado por meu serviço, que apesar de chato, confesso, fez-me aprender ainda mais sobre a geografia da União de Fogo.

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em 25.12.18 16:41


——  Missão D: Incurável?

E cá estava eu novamente, frente a frente com o Chunin encarregado por transferir as missões mais simples para os genins recém-formados. Não era nenhum desconhecido, afinal ele já havia me visto quando me passou alguma outra missão, nem lembro qual, mas pouco importava – Então Tenma. Tem um velho homem que mora próximo a biblioteca da vila que está precisando de auxílio. Dizem que ele está muito doente, não sabemos ao certo o que ele tem. Preciso que vá lá dar uma olhada. Se for algo complicado leve-o ao hospital ou peça a ajuda de alguma enfermeira! Não tem erro, ele mora em uma pocilga, você vai identificar assim que o ver – Passou-me as ordens da qual deveria cumprir.

Sem demoras parti em direção a residência do dito cujo. Ao chegar não demorou muito para identificar a casa do homem, afinal era a única da região que parecia desabar em um sopro. Sequer me arrisquei em bater a porta para não ocasionar um efeito dominó e destruir o estabelecimento com o velho lá dentro. Substituí o toque um grito – Senhor! – Foram meu únicos dizeres antes de o velho abrir a porta – Oh. Criança! Julgando por seu protetor de testa é um shinobi não é? Pode entrar. Não se preocupe. Essa casa é mais forte do que parece Coff Coff – Diria convidando-me a entrar, logo eu o faria buscando um assento para me aconchegar, então iniciamos um diálogo.
– Me mandaram aqui porque estão preocupados com a sua saúde senhor –
-- Haha. Sei que minha hora está chegando criança Coff Coff. Então é um ninja médico? –
-- Não senhor. Sou apenas um Genin. Mas posso ajuda-lo como quiser –
-- Desculpe criança. Mas não tem muito oque fazer por mim Coff Coff. A muito lutei pelo meu clã, e oque recebi foi apenas uma doença incurável coff coff. Mas digo que não me arrependo –
-- Sinto muito... Que clã defendeu? Como se chama? –
-- No campo de batalha me chamavam de “Chama”. Mas sou Takashi. Meu sobrenome? Não importa mais criança... Bom, se quer mesmo me ajudar eu preciso tomar o meu chá, pode-se dizer que é o meu remédio haha. Basta pedir a ninja médica na loja da esquina. Se não for um incômodo é claro, se não eu posso fazê-lo, apenas me acompanhe se quiser –
-- Não senhor! Eu busco para você, não se preocupe. Já já eu volto –

Então parti da residência em direção a loja da esquina. O velho parecia ter uma vida triste e um fim pior ainda, era cercado de mistérios, e apesar de querer desvendá-lo, talvez fosse melhor apenas deixar como está. Não demorou para que chegasse a loja da moça, precisei apenas dizer que o velho havia me mandado e a moça logo me deu uma jarra com algumas ervas dentro. Pensei em indaga-la sobre o idoso, mas resolvi não o fazer. Ao retornar a sua casa o velho senhor já dispensou os meus serviços – Muito Obrigado criança. Já fez mais que o necessário. Pode ir se quiser. E diga a seu superior que me deu mais alguns dias de vida haha – Disse enquanto golava o seu chá de ervas. Agradeci-o pela hospitalidade e fui-me embora receber minha recompensa por buscar um simples chá, afinal o que mais poderia ter feito por aquele velho senhor?


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em 25.12.18 16:48


——  Missão C: Matando aula

Voltava a passos lentos da última missão da qual tive que levar a um velho senhor o seu remédio. O mesmo morava bem próximo a biblioteca, e havia algum tempo na qual não tinha o prazer de uma bela leitura, então resolvi em adentrar ao estabelecimento a procura de um livro na qual apetecesse minha necessidade. Viajei até uma das prateleiras que se munia de contos mitológicos, aventuras na qual meu cérebro necessitava a distração. Alguns títulos chamavam-me a atenção, o ditado diz que não se pode julgar o livro pela capa, certamente não, mas este era um fator determinante quando se bate o olho em algo interessante, e foi oque me aconteceu. Depois de alguns minutos procurando um título digno, um em particular chamou-me a atenção por sua ilustração – “Fogo e Gelo!” – Era o letreiro de sua capa – Vou levar! – Disse comigo mesmo enquanto me direcionava até a atendente fazendo o devido aluguel do livreto.

Provavelmente o leria mais tarde, antes precisaria informar um superior sobre a última missão da qual havia realizado. Em uma caminhada preguiçosa logo cheguei até o chunin de antes – O velho está bem. Mas não creio que será por muito mais tempo senhor! – Informei-o com uma expressão descontente – Não se preocupe Tenma! Todos têm seu tempo. Obrigado, aqui está sua recompensa! – Disse erguendo a canhota entregando-me uma bolsa de moedas – Obrigado senhor – Retrucaria tomando posse do dinheiro e girando o meu corpo em direção a minha casa, mas logo fui interrompido pelo chunin – Ah! Quase me esqueci Tenma! Tenho outra coisa aqui para você. É da academia ninja, estão precisando de homens para fazer guarda nos arredores, aparentemente alguns pirralhos andas matando aula. Sabe como é essas crianças neh? Haha! – Enunciaria então mais uma tarefa para mim – Sei sim! Ah se sei! Estou indo para lá! – Respondi-o com um certo tom de ironia, afinal já matei muitas e muitas aulas. Não me orgulho disso obviamente, e por isso impediria qualquer um que ousasse cometer o mesmo erro que eu.

Meu destino havia mudado, antes em direção a minha casa, tomei novo rumo até a academia ninja, com a destra no bolso enquanto a canhota carregava o grosso livro na qual havia pego na biblioteca. Uma vez em sua entrada, fui recebido por um superior, aparentemente possuía a patente de Jonin ou de professor – Estávamos esperando você. Bom, não é uma tarefa complicada. Se ver algum aluno saindo a espreita, o impeça! Agora preciso dar aula, até mais – Daria as próximas ordens se retirando do local. Certamente seria um serviço tedioso, permanecer inerte em uma patrulha é sempre muito chato. Curiosamente estava carregando algo que poderia acabar com todo o meu tédio, o livreto na qual peguei mais cedo, nada seria mais conveniente naquele exato instante. Me sentei em uma sombra e comecei minha leitura no intitulado “Fogo e Gelo”, uma mitologia perfeita para passar o tempo enquanto mantinha minha “patrulha”, certamente estava fazendo da maneira errada pois não se vigia com o olho em um livro, mas minha tarefa não era das mais complicadas, eram apenas estudantes rebeldes da qual já fui um dia. Não me considerava realmente rebelde em tempos da escola, diria que apenas não era um aluno exemplar, mas julgo que aprendi tudo o necessário lá.

Como todo bom leitor, iniciaria minha leitura pelas considerações seguidas do sumário, os capítulos do livro eram ainda mais chamativos que o próprio título – “ Capitulo Um: A Guerra dos Tronos... Interessante! “ --  Este era o primeiro capítulo da obra. Iniciei minha leitura e estava tão entretido que sequer vi o tempo passando, a posição do sol já estava a duas horas desde o inicio de minha leitura, a história era realmente boa e envolvia qualquer leitor. Mas fui interrompido quando em um déficit de atenção, olhei para o lado e presenciei duas crianças aparentemente fugindo da academia, não estavam correndo, pareciam tranquilos e confortáveis com seus atos. Era a minha hora de agir, mesmo que meu âmago quisesse simplesmente ignorar e voltar para a minha leitura, afinal estava próximo ao clímax do primeiro capítulo. Marquei a página na qual havia parado e levantei de meu posto me aproximando a passos lentos dos filantropos

-- Eae jovens! Oque estavam achando da aula? Pelo visto estavam descontentes, não é? – Enunciei aos garotos que assustados tentaram iniciar uma corrida na esperança de uma fuga, contudo não queria correr atrás de ninguém e tentaria resolver aquilo da forma mais diplomática possível, naquele momento parecia mais Kafka que propriamente eu mesmo – Ei ei! Não precisam correr! Até porque não vencerão uma corrida contra mim! Eu entendo vocês. Deixe me ver, saíram da aula porque o professor está falando e falando e por mais que estivessem entendendo oque ele dizia vocês estavam entediados em ter que ouvir suas baboseiras? – Indaguei-os demonstrando total conhecimento do acontecido. Balançaram a cabeça positivamente e logo continuei – Já fui como vocês meninos! E apesar de hoje sustentar uma bandana em minha testa, não a consegui matando aula, pelo contrário, me atrasei e muito por conta disso - “ Mentira, ainda sou bem novo para ser um genin” – Vai ser chato as vezes, muito chato mesmo, mas não vai ser por muito tempo, já já estarão pondo a mão na massa! Agora vamos, voltem para sala e se desculpem com o sensei de vocês – Discursei com total confiança que convenceria os garotos. Eles se entreolharam de forma duvidosa e num piscar de olhos iniciaram uma fuga onde cada um correu para um lado – A droga! Não falei tudo isso atoa! – Resmunguei enquanto corria na direção de um deles. Eram apenas crianças, não mais do que cinco anos, e apesar de não prover de uma velocidade aceitável, consegui pegar os dois rapidamente. Segurando-os pelo punho levei de volta até suas respectivas salas de aulas, ordenando-os se desculparem e jurando não fazer novamente – “ Malditas crianças! Na próxima eu deixo a conversa de lado! “ – Pensava enquanto voltava a meu posto de guarda, tornei a pegar meu livro e continuar minha leitura. Não demorou muito para o sino bater, anunciando a fim do expediente. Aparentemente minha missão foi um sucesso. Não havia mais oque fazer ali, então logo retornei até o chunin a fim de pegar minha recompensa e partir para a casa a enfim terminar minha leitura.


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Illyasviel
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em 25.12.18 17:38
Aprovado
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[Missões - One Post] Tenma 002
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em 26.12.18 19:59


——  Missão D: O dog bob.

O dia amanhecia belo aquela manhã, o gigante de fogo estava arrefecendo um pouco os seus raios e proporcionava uma radiação um tanto mais agradável que o comum, mas ainda sim irradiava toda a sua beleza amarelada. Da mesma maneira que o sol, o dia começava cedo para mim, sequer me ouve tempo para tomar meu café da manha quando ouvi a sonora da porta enunciando uma visita inesperada – Deixem que eu abro! – Diria aos ali presentes, minha mãe, pai e possivelmente meu irmão.

Ao abrir a porta deparava-me com um homem devidamente trajado como um shinobi. Não disse muita coisa, aliás não disse nada, apenas me entregou um pergaminho endereçado a meu nome. Daria uma olhada assim que terminasse o meu café. Não demorou muito para isso, coloquei um fim em minha refeição quando dei a última mordida em meu bolinho de arroz. Direcionei-me até o meu quarto para trajar-me adequadamente para o serviço. A carta de tratava de uma tarefa simples e esquisita eu diria. Se tratava de levar os cães de uma idosa para um passeio pela vila. Sem muitas delongas parti em direção a residência da velha senhora. Se tratava de uma casa modesta assim como a própria dona do local – Olá jovem. Me chamo Shyio. É um prazer conhece-lo. Olhe! Esse é meu cãozinho bob. Ultimamente a idade não tem me deixado sair com ele, por isso ele anda meio nervoso. Não se preocupe, ele é um bom garoto – Se apresentaria a idosa já entregando-me seu criado em uma coleira. O cachorro era de porte baixo, e ostentava uma pelagem brilhantemente branca, o bichinho era até bonitinho. A senhora chegou a me oferecer chá, mas recusei alegando que havia acabado de comer.

Ela disse também que alguns minutos de passeio já seriam suficientes para tirar o estresse do bichinho, talvez apenas precisasse fazer suas necessidades em um novo ambiente. Sem delongas eu parti com o animal para um dos mais grandes campos do vilarejo. Como todo cãozinho empolgado, saiu com o seu focinho cheirando tudo que conseguia alcançar. Seu rabo badalava intensamente, dizem que aquele gesto demonstrava o contentamento do animal, e se fosse verdade, aquele era o animal mais feliz de todo aquele vilarejo, quiçá do mundo. Como um verdadeiro macho alfa, demarcou todas as ruas que passou com a sua urina. O bichinho almejava correr por todo aquele campo sem as limitações da coleira que o prendia. Eu certamente não queria correr atrás daquele bichinho por todo o lado, contudo ele parecia comportado, não vi problemas em lhe dar a liberdade em que almejava. Assim que o soltei da coleira começou a correr por todo o campo verdejante como se fosse a primeira vez. Acho que até mesmo os animais carecem de liberdade. Busquei a sombra de uma árvore para repousar enquanto aquele animalzinho se divertia sozinho. Escorei as costas no tronco do vegetal e ali permaneci por alguns minutos a espera que o cãozinho finalmente cansasse de toda aquela agitação. Me houve tempo para um breve cochilo, algo entre trinta minutos, e quando finalmente despertei presenciei bob escorado em minha perna, degustando de um belo sono. Enfim havia se cansado e já havia passado da hora de voltar até sua dona. Esperei que acordasse para isso, afinal não ousaria interromper o descanso da bela criatura. Após entrega-lo a sua dona, almejei minha recompensa com algum dos superiores encarregados de o fazer.


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em 26.12.18 20:05


——  Missão D: O pervertido

A passos lentos e preguiçosos, me direcionava até onde comumente eram entregues as recompensas para as missões bem-sucedidas. Estava relativamente longe e com o caminhar atual levaria alguns minutos para alcança-lo. Mas não estava com pressa, inclusive estava a admirar todo o vilarejo como nunca fiz antes. A caminhada leve me proporcionou enxergar detalhes na qual nunca almejei visualizar, como as lindas folhas verdes da vila. Outro detalhe que me ative foi o excesso de figuras femininas perambulando pelas ruas da folha, algumas jovens e outras mais crescidas. Confesso que se mirei alguma idosa, não me recordo, talvez meus olhos preteriu outros alvos menos vividos.

Freei meu caminhar por alguns instantes. Uma movimentação estranha chamou-me a atenção. Talvez houvesse uma explicação para o excesso de mulheres no local, e muitas delas adentravam em um estabelecimento onde uma chaminé cuspia quilômetros de fumaça. Quando friccionei bem meu olhar eu pude alcançar o letreiro do alojamento, se tratava de uma casa de banho, curiosamente nunca ouvi falar daquele ali, sequer sabia que locais como este existiam na União de Fogo. Era um verdadeiro harém, as garotas entravam em multidões no local, garotas estas de todos os tipos de beleza, não consegui ver nenhuma que não houvesse o seu traço de beleza. Certamente era um local chamativo, principalmente para tarados de plantão. Obviamente não era o meu caso, não mesmo, apesar de admirar a formosura das moças, não ousaria de maneira alguma uma olhadinha sequer, mesmo que o estabelecimento fosse precário em questão de segurança, e uma “bisolhada” fosse algo fácil de se fazer, principalmente para um ninja.

Durante alguns minutos fiquei em frente ao estabelecimento observando a intensa movimentação. Já estava prestes a redirecionar minha visão para a rua e prosseguir meu caminho quando alcancei com os olhos um homem que suspeitamente se direcionou ao fundo da casa de banho. Poderia muito bem ter ignorado e prosseguir meu caminho, mas como um ninja deveria pelo menos saber as intenções daquele meliante. Logo segui sigilosamente até os fundos buscando visionar o homem que por ali perambulou. Assim que alcancei os fundos, deparei-me com uma cena hilária, o homem se encontrava sobre uma pilha de caixas e na ponta dos pés, tão somente para obter altura o suficiente para bisbilhotar as belas moças – Ahaa! Um pervertido! – Dizia desencadeando uma cena ainda mais hilária. O susto do homem o faria escorregar e cair sobre todas as caixas, que inevitavelmente me levou a gargalhadas. Com um olhar desesperado ele tentou proferir algumas desculpas sobre oque fazia, obviamente não engoli nenhuma delas, mas ele possivelmente já havia aprendido sua lição, até o próprio reconhecia o ato falho que acabara de cometer. Ordenei que fosse embora ou o entregaria as autoridades. Sequer titubeou em iniciar uma corrida desesperada para bem longe dali.

Logo pude seguir meu caminho em paz. E uma vez diante de um superior pegaria minha recompensa pela missão anterior e já estava por voltar para casa quando ele me atribuiu uma nova tarefa. Impedir o pervertido que perambulava pela casa de banho. Curiosamente já havia resolvido aquele caso minutos atrás. Então parti dali com uma recompensa dupla pelas duas missões na qual havia realizado.


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em 27.12.18 13:14


——  Missão D: Apagar da Chama

Mais um dia, mais uma missão. Meu primeiro destino após levantar da cama e me alimentar, era sempre o quadro de missões. Ando realizando diversas tarefas ultimamente, e apesar de simples, são o suficiente para uma boa recompensa. O quadro estava cheio como sempre, fitava todas as tarefas a fim de pegar uma na qual me apetecesse. Talvez pouco importasse qual eu escolhia, no fim teria que realizar todas elas -- Ajudar um repórter? Pode ser! -- Diria escolhendo minha próxima tarefa. Deveria ajudar um repórter a realizar algumas entrevistas. Logo parti em direção a meu destino. Demorei um pouco a chegar pois não estava com pressa. Um dia um velho me disse que " A pressa é inimiga da perfeição". Não sei até onde isso é verdade, e nem sempre eu seguia aquele conselho.

Após chegar ao destino, me deparei com um homem que tentava organizar um montante de papelada -- Você é o repórter? Vejo que esta precisando de ajuda com esses papéis. Sou Tenma -- Me apresentei ao homem que fora educado e devolveu o cumprimento. Com minha ajuda não demorou muito para todos os papeis estarem nos conformes. E logo o mesmo me passou as próximas instruções. Aparentemente entrevistaríamos velhos de guerra que lutaram durante anos antes da União de Fogo -- Interessante. Conheço um velho bem respeitoso de meu clã. Mas nem vale tentar entrevista-lo haha. Ele não é dessas coisas -- Referia-me ao sábio senju. O primeiro entrevistado foi um rapaz não tão velho assim, que apesar da idade, era reconhecido por toda a vila como um grande guerreiro. Confesso que nunca ouvi falar dele, mas isso não importava. O repórter era daqueles chatos que faziam perguntas desconcertantes sobre tempos ruins, o homem preteriu por não responder muitas delas, e a entrevista não foi nada produtiva. Partimos então para o próximo, um velhinho careca com uma barba imensa e branca. Ja usava de uma bengala para se locomover. Este contou toda a sua historia de bom grado e respondeu todas as perguntas que lhe foram feitas -- Não quero lhes tirar a esperança. Mas ainda não creio que essa União durará muito tempo. A paz é muito mais complicada do que imaginam -- Foi seu ultimo dizer na entrevista. Eu não estava fazendo muita coisa além de carregar a papelada e passar a qual o repórter me pedia.

Aparentemente partimos para oque seria o ultimo entrevistado. Naquele em particular o repórter parecia super nervoso -- Então. Quem é o próximo? -- Indaguei-o sobre quem seria a próxima figura a fim de saber o motivo de tanto nervosismo. O homem engoliu a saliva e disse que ele era conhecido como "Chama". Titulo esse que eu ja conhecia. Se tratava do velho na qual tive que levar alguns remédios. Aparentemente ele era mais famoso que eu pensei. Viria a calhar pois queria checar como a sua saúde andava. Quando enfim chegamos a sua residência, uma moça estava parada a porta chorando aos montes, era a moça na qual costumeiramente levava o chá do velho senhor. Temendo o pior, indagamos a moça oque aconteceu ao velho. A garota não disse nada, apenas abraçou o repórter aos prantos. Não precisava dizer nada, o senhor já não estava mais ali. Confesso que meu olhos encheram d'água -- Lamento moça... -- Foi a única coisa que disse antes de partir dali. O homem da qual auxiliei lamentou e disse que eu podia ir pegar minha recompensa. Parti dali de cabeça baixa e lamentando pela vida do bom senhor.

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em 27.12.18 13:23


——  Missão D: Gari

Estava em casa deleitando do almoço de minha mãe quando bateram a porta de casa. Normalmente eu ou meu irmão atendia, mas mamãe não se incomodou em faze-lo. Lhe fora entregue um pequeno pergaminho endereçando o meu nome. Permiti que ela o abrisse, afinal pensei se tratar de uma missão. E realmente era -- Então Tenma. Uma missão de recolher lixo. Boa sorte filho -- Diria ela sobre minha próxima tarefa. Apressei-me em terminar minha refeição, levei uma leve bronca da mamãe por comer tão rápido assim, mas quanto antes iniciar a tarefa mais cedo retorno para casa. Quando enfim terminei, parti em direção as vielas na qual precisavam ser limpas.

Uma vez no local fui recebido por um homem trajado elegantemente -- Olá criança. Sou Toíchi. Tivemos uma pequena feira na noite passada. E sabe como é. Esses eventos normalmente causam muita sujeira. Temos algumas sacolas alí e pás também. Boa sorte! -- Diria o senhor enquanto partia do local.
Comecei os serviços pegando um dos sacos e comecei a catar todo o lixo. Não ficarei aqui explicando-lhes como peguei o lixo, afinal bastava-me colocar oque julgava ser lixo na sacola. Fiz isso em duas ruas. Minhas costas rangiam a cada abaixada que dava para pegar os objetos, seria mais do que útil um clone ali, mas infelizmente clones ilusorios não serviriam de nada. Achei que havia terminado quando as duas ruas estavam em perfeitas condições. Ja estava indo receber minha recompensa quando o homem elegante retornou -- Opa. Você foi rápido criança. Mas sabe. O evento também aconteceu a algumas quadras daqui. Pode ir lá dar uma olhada? Garanto que não estará tão suja quanto aqui -- Enunciou o homem deixando claro que meu serviço ainda não havia acabado
-- Tudo bem senhor! Darei um jeito lá -- Retruquei seguindo-o para a próxima região.

Aparentemente o local parecia mais "limpo" que o anterior. Tratei logo de encher a sacola em questão de minutos. Usei a pá em alguns becos mais complicados, mas fora rápido o serviço, logo havia terminado. Coloquei todas as sacolas em seus devidos locais quando Toíshi surgiu pela segunda vez, naquela oportunidade temi que o mesmo tivesse mais algo para mim -- Você é realmente rápido criança. Como se chama mesmo? -- Elogiou os meus serviços e indagou meu nome -- Sou Senju Tenma. É um prezer conhecê-lo senhor Toíshi. Não tem mais nada para mim neh? --  Respondi-o de bom grado lançando uma pergunta ironica -- Haha. Não não Tenma. Acho que já acabou. Mas garanto que da próxima farei questão de chama-lo haha -- Retrucou ironicamente com um sorriso no rosto e surpreendentemente ergueu a destra para um cumprimento educado. Minhas mãos estavam todas sujas mas aparentemente aquilo não era um problema, mesmo para um homem tão elegante. Apertei a sua mão me despedindo do mesmo, parecia um homem honesto, por isso gostei dele, apesar do serviço não ser dos melhores. Parti para pegar minha recompensa da missão bem sucedida. Meu próximo destino seria o banheiro de casa, afinal precisaria de um banho depois de catar tanto lixo.

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em 28.12.18 0:39


——  Missão D: A mais bela...flor do campo

Já era tarde e ainda me encontrava deitado em minha cama. Não estava dormindo, apenas descansando meu corpo e refletindo comigo mesmo sobre algumas coisas. Minha destra estava sobre minha testa e meus olhos cerrados. Assim me permitia devanear sobre os mais longínquos assuntos, até mesmo aqueles que estavam além de minha idade, tanto do pretérito quanto do futuro. Confesso que estava viajando por sabe-se lá onde, mas estava confortável até que a luz do sol atingiu a parte canhota de meu rosto. A posição do sol provava que passara do meio-dia. Já estava na hora de erguer-me e partir para o meu dever ninja. Sequer me dei ao trabalho de minha refeição matinal, apenas fiz minhas necessidades físicas antes de partir a academia ninja. Local na qual costumeiramente pegava minhas missões.

Caminhava pelas ruas da união com ambas as mãos camufladas em meu bolso. Li em um livro que tal postura inconscientemente significava um sinal de insegurança consigo mesmo. Eu poderia ser muitas e muitas coisas, mas inseguro não era uma delas e pouco importava se quem me visse naquela posição pensasse assim. Alguns interpretam como arrogância. Eu não vejo assim, todos devem ser livres para fazer oque bem intender, até mesmo em seu caminhar. Cheguei a academia alguns minutos após sair de casa. E uma vez no recinto, um outro shinobi entregou-me um pequeno pergaminho e disse que tudo oque precisava saber estava grafado no mesmo. Ao abrir o manuscrito estaria lá minha próxima tarefa. Ajudar uma senhora em seu jardim. Normalmente duvidaria da utilidade de uma missão como essa, mas já estava por me acostumar com tais tarefas, que a primeira vista, parecem fúteis. Contudo por essas tarefas menos complicadas, tive a oportunidade de adquirir alguns ótimos conhecimentos, e quem sabe aquela me proporcionasse a mesma experiência. Encontrar a residência da senhora foi a mais fácil das tarefas, afinal sua residência era cercado por um imenso jardim carregado pelas mais diversas espécies de fotossintéticos. Levei alguns segundos admirando tal paisagem quando a moça despertou-me de meu devaneio -- Olá! Veio me ajudar não foi? Pode ficar a vontade. Entre -- A garota esbaldou toda a sua hospitalidade convidando-me a adentrar e se apresentando em seguida. Aparentemente sua beleza física não era o único de seus adjetivos.

Por ser completamente leigo no assunto, apenas segui as ordem na qual a moça me passava. Basicamente eu fazia o serviço mais pesado como abrir os buracos na terra enquanto a garota atentou-se aos serviços menos braçais. Confesso que fazíamos uma ótima dupla, tão boa que terminando o serviço antes do esperado. Cheguei ate a aprender algumas técnicas de plantio e algumas estratégias de floricultura para caso ousasse me arriscar um dia, provavelmente não usaria nenhum daqueles conhecimentos posteriormente, mas como diz o sábio "Conhecimento nunca é demais garoto". A elegante mulher permitiu que limpasse minhas mãos em sua casa, chegou até a me oferecer um chá, que aquela altura seria irrecusável, afinal estava de barriga vazia. Enquanto degusta a meu chá conversamos brevemente sobre coisa ou outra, me contou um pedacinho de sua historia, mas nada demais. Não me ouve tempo de discursar sobre mim quando meu chá acabou e logo chegou a hora de partir, mas não sem antes uma despedida. Então parti a academia entregar o meu relatório da missão bem sucedida. Provavelmente aproveitaria o embalo e ousaria pegar outra tarefa.

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em 28.12.18 0:47


——  Missão D: Fome com vontade de comer!

Para missões de nível de complexidade D, relatórios orais já eram mais do que o suficiente para os superiores, afinal normalmente apenas diria "missão cumprida" e nada mais. Uma vez ou outra que uma explicação mais plausível era necessário, mas salva as exceções. Após entregar meu relato de duas palavras. Aproveitaria minha estadia ali para exigir outra tarefa. O chunin novamente entregava-me um pequeno pergaminho e nada disse dessa vez. Peguei o objeto e guardei-o em meu bolso para mais tarde desvenda-lo. Tomaria um tempo para satisfazer minha fome antes de prosseguir para a próxima, pois apesar do chá que tomei meu estomago ainda encarecia de carboidratos e proteínas. Caminharia pelo vilarejo na intenção de encontrar algum lugar na qual preenchesse o lugar fazia em meu estômago. Não muito distante dali consegui observar uma lanchonete. Semicerrei os olhos afim de dar aquele zoom natural em minha visão e alcançar o letreiro do estabelecimento. Sua grafura não poderia indicar outra coisa senão uma lanchonete. Logo me aproximei do local e adentrei ao mesmo.

Uma vez dentro do estabelecimento, pude observar que se tratava de um local um tanto modesto, e ainda com dificuldades em atrair a clientela, apesar de seu letreiro ser deveras chamativo. Fui atendido no balcão por uma moça de cabelos negros, era bonita é verdade, mas tal elogia guardaria para mim -- Boa tarde! O que deseja? -- Indagou-me, e antes que pudesse responde-la, fui interrompido pela dito cuja -- Aaah. Deve ser o genin que mandaram para experimentar nossa comida -- Disse arregalando os olhos e sacudindo sua mão esquerda. Certamente eu não fazia a mínima ideia do que ela estava falando, então logo tratei de desmenti-la -- Desculpe! Mas acho que se enganou... Espere só um segundo... -- Ao retrucar a moça recordei que ainda não havia dado ao trabalho de verificar a minha real missão. Puxei o manuscrito de meu bolso e o li em minha mente - " Servir de degustador em uma lanchonete recém inaugurada " - Surpreendi-me com tamanha coincidência. Acho que apenas tive sorte, ou aquele chunin sabia mais do que eu da fome em que carregava. Os acontecimentos uniria a fome com a vontade de comer. Era perfeito.

-- Então senhorita... Sou eu mesmo! -- Daria razão a moça com um sorriso no rosto e já ansiando minha refeição gratuita. Sequer precisava ser algo exageradamente delicioso, afinal quem está com fome normalmente não se queixa muito do que está comendo. Com um sorriso no rosto a mulher partiu para a cozinha. Disse que não demoraria muito e prepararia sua melhor refeição. Oque enchia minha boca d'água. Alguns minutos depois ela retornou com uma cuia de lámen. A apresentação estava tão linda quanto o seu cheiro. Não era de minhas refeições preteridas, mas o seu aroma estava impecável. Com meus pauzinhos em mãos não titubeie em atacar a refeição com esmero. Mas claro. Com a devida parcimônia, afinal não queria assustar a moça. E assim como já era anunciado, estava uma delicia. Havia comido tudo antes mesmo de perceber. Agradeci pela refeição e antes que pudesse dizer mais, ela trouxera mais uma cuia de lamen, dessa vez ostentando outro sabor. Finalizei-o e logo chegou outro, cheguei ate a esquecer que estava ali para avaliar os pratos. Degustei o terceiro e finalmente estava satisfeito. Certamente o primeiro era o mais delicioso. Então disse a moça qual mais me apeteceu e a agradeci imensamente pelas refeições, mesmo que por incrível que pareça, fizesse parte de uma missão. Logo parti para relatar minha missão e pegar minha recompensa.



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em 29.12.18 1:14


——  Missão D: Ajudante de cozinha.

Passou a ser menos tedioso realizar simples tarefas como shinobi. No inicio muito me indagava das futilidades das diversas missões como um Genin. Mas o tempo me arrefecia quanto a isso, já estava acostumado. Havia recebido minha próxima tarefa, quando ainda estava em casa. Comia meu bolinho de arroz como me era costumeiro pela manhã. Na ultima abocanhada de meu alimento, a porta grunhiu com as batidas pesadas de um mensageiro. Ao abrir a porta recebi um pequeno pergaminho na qual seu conteúdo grafava minha próxima tarefa. Abri o manuscrito e o li mentalmente - " Servir como ajudante na cozinha de um restaurante " - Teria então de servir como um ajudante de cozinha. Não estava nada animado para aquilo, confesso, contudo o endereço do estabelecimento acusava um restaurante na qual foi inaugurado a pouco tempo. Inclusive estive lá para realizar uma das minhas missões na qual servi de degustador, talvez a melhor dentre todas as outras tarefas. Me alegrei por saber que reencontraria tal restaurante. Sequer sabia o nome da atendente, apenas que era tão bela quanto sua elegância.

Caminhei ate meu quarto tão somente para buscar minha orgulhosa bandana ninja na qual grafava os símbolos da União de Fogo. Amarrei-a firmemente em minha testa e parti em direção ao restaurante com as mãos camufladas em meus bolsos. Munido por um caminhar ligeiro, cheguei rapidamente até o restaurante. Os olhos da moça na qual atendia o estabelecimento brilharam de surpresa -- Olá! É um prazer revê-lo garoto. Esqueci que na ultima oportunidade, sequer nos apresentamos. Eu sou Sota. E você? -- Elegantemente, como sempre, se apresentou devidamente como não fez na outra oportunidade -- Olá Sota-san. Eu sou Tenma. O prazer é meu! -- Retruquei tentando imitar toda a elegância que a própria, contudo foi em vão, acompanhar a elegância da moça era uma tarefa para poucos -- Hoje serei seu funcionário -- Terminei, esboçando em meu rosto um sorriso sincero. Ela devolveu reluzindo os dentes com um grato sorriso convidando-me para adentrar a sua cozinha. O fiz sem titubear. Logo a moça apresentou-me toda a cozinha, apenas ela e outra garota, ainda mais jovem, trabalhavam ali. Foi quando entendi a necessidade de um terceiro elemento, que seria eu mesmo.

Devidamente apresentado ao ambiente de trabalho, era hora de iniciar o expediente. Guardei meu protetor de testa em meu bolso, e o substitui por uma touca, comumente usado pelos cozinheiros. Coloquei meu avental e estava pronto para iniciar os trabalhos. Não fiz muita coisa, confesso. Apenas me ative a cortar alguns legumes e servir os macarrões em suas cuias. A clientela aumentava a cada segundo e pareciam estar satisfeitos com o serviço. Sequer vi o tempo passar quando finalmente estava na hora de fechar as portas. Retirei meu traje de ajudante de cozinha e retornei a bandana em minha testa. Sota agradeceu os meus serviços e se despediu dizendo esperar me ver uma terceira vez. Certamente passaria a frequentar aquele restaurante mais e mais vezes, afinal a sua comida era tão fascinante quanto a dona do próprio. Devolvi a despedida e parti tomando direção a academia ninja a fim de entregar meu relatório e buscar minha recompensa.


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em 29.12.18 1:30


——  Missão D: Ajudante de cozinha.

Tenma arrastava seu passos por dentre as vielas da união. Seu destino era a academia ninja a fim de entregar seu relatório da missão interior e quiçá pegar uma outra tarefa qualquer. Uma vez diante de seu de um superior, o genin relatou brevemente seu sucesso como ajudante de cozinha e pegou sua recompensa. Aproveitando a viajem, pediu ao chunin - na qual o atendia - uma outra missão de baixo escalão, afinal eram as únicas na qual sua graduação o permitia realizar -- Então senhor? Tem mais algo para mim? -- Indagou o homem que logo tratou de retrucar -- Sim sim... Tenma não é? Ando te vendo bastante por aqui criança. Está mesmo se dedicando como um ninja. Isso é muito bom para o prosperar da aldeia - Disse enquanto coçava a cabeça -, Conhece o lago mais ao norte da vila? Então. Crianças andam nadando por ali, mas estamos carentes de salva vidas. Vá lá que impeça um acidente. Boa sorte -- Discursou o homem. Dessa vez o mesmo não se deu ao trabalho de entregar-lhe um manuscrito. Apenas o passou a tarefa verbalmente.

Tenma já havia passado pelo dito lago algumas vezes durante o seu perambular pela aldeia. Sabia muito bem o caminho na qual deveria tomar, e logo partiu, a passos lentos e preguiçosos, até o seu novo destino. Perambulou quase que por todo o vilarejo, afinal o lago estava do lado oposto na qual o mesmo se encontrava. Seu caminhar finalmente culminou em seu destino e, por sorte, naquele horário em particular, haviam pouquíssimos banhistas, dos quais a idade era mais longínqua o que dificilmente levaria alguém ali a um afogamento. De qualquer forma o garoto buscou o ponto mais alto do local a fim de fazer a guarda do local, talvez um predio ou uma residencia fosse o ideal para se posicionar. Sentou-se no telhado do estabelecimento com as pernas cruzadas, ficou ali durante algumas horas. Se precaveu a buscar um local na qual o sol, independentemente de seu posicionamento, não alcançasse seu corpo. Assim ficou mais confortável naquela posição da qual permaneceria durante toda aquela tarde. Enquanto o tempo passava, cada vez mais crianças surgiam para se banharem. O olhar de Tenma buscou alcançar o máximo de pessoas possível, a fim de que nada escapasse de sua percepção. Ora ou outra girava seus olhos para ambos os lados, mantendo o máximo de sua atenção nos banhistas. Ate que em certo ponto do dia, a movimentação no lago se arrefeceu. Restaram muitas poucas pessoas no mesmo, quando finalmente o ultimo deles partiu junto com o sol.

Tenma levantou de seu posto estocando os braços em direções opostas e curvando levemente seu tronco para trás. Se espreguiçava todo, as sonoras dos estalos de seu ossos viriam acompanhados com um leve grunido desconfortante. Após oxigenas os músculos ele pulou do telhado em que se encontrava pousando em uma das vielas da vila. Flexionou os joelhos a fim de minimizar o impacto de seu pouso. Logo levou as mãos aos respectivos bolsos de sua jaqueta e partiu, pela terceira vez naquele dia, em direção ao encarregado por receber seus relatórios e entregar a sua recompensa. Não demorou muito a sua chegada pois se ateve a passadas largas e ligeiras -- Fiz a guarda durante toda e tarde e felizmente não precisei agir -- Disse assim que trombou com o chunin. Este que apenas balançou positivamente a cabeça e jogou ao ar uma bolsa recompensadora. Tenma a amorteceu na destra, se virou e partiu para caso sibilando levemente o punho com um sinal de até breve para o rapaz que via frequentemente.

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em 30.12.18 9:55


——  Missão D: Sou bom!... Teoricamente...

Por fim, após sair da biblioteca, o genin resolveu tomar rumo até o quartel general da União para nele pegar alguma missão. Atravessou metade do vilarejo quando enfim se encontrou dentro do estabelecimento, sentado em uma cadeira dialogando com o empregador
-- Você é o garoto Senju não é? -- Indagou o homem enquanto erguia o queixo esbanjando todo o seu ar de superioridade. O garoto nada disse, apenas assentiu com a cabeça.
-- Bom. Deixe-me ver - revirou toda a papelada em cima de sua mesa de verniz - tenho algo para você - prosseguiu finalmente encontrando o manuscrito - Aqui está um aluno riquinho que vai mal na escola. Tu foi bom na escola não é Senju? Não precisa responder. Não importa seu histórico escolar. Apenas vá até lá e faça com que seu desempenho na escola esteja dentro do aceitável. Aqui está seu endereço - Finalizou entregando ao senju o seu destino.

Tenma levantou de sua poltrona e arrancou das mãos do homem o papel. Retirou-se do local enquanto desembrulhava o folheto. Assim que o leu jogou o papel em um lixo disposto próximo ao estabelecimento e logo partiu. Como era de se esperar rumou em direção a uma das regiões mais ricas da União de Fogo. Não era muito distante do complexo de seu clã, que modestamente falando, também partilhava de alguns privilégios que outros não dispunham. Arrastando os passos ele chegou ao casebre. Podia se dizer que aquilo era uma mansão. Sequer poderia mensurar em metros o tamanho daquela construção. Muito se assemelhava a um labirinto para quem nunca desvendou todos os seus cômodos. Tenma fora recebido por uma senhora, contemplada com o mais fino traje contemporâneo e, como uma verdadeira dama, ergueu a saia com ambas as mãos e torceu os joelhos para um cumprimento dignamente real ao mero genin, que desconcertado apenas levou os braços para trás e se curvou perante a mulher.
-- É um prazer. Sou Yuka. Deves ser o ninja na qual solicitei para auxiliar meu irmão com os estudos. Siga-me. Vamos até ele. Sinta-se a vontade -- Refinou a mulher.
-- Sou Tenma. O prazer é meu... -- Retrucou o genin ainda desconcertado diante da moça.
Subiram duas escadarias redondas e passaram por incontáveis cômodos até finalmente culminarem em um imenso salão, onde em seu centro se encontrava um garoto. Com as peles claras e cabelos longos enegrecidos, trajado com um gibão vermelho escuro. Em seus pés, um gato cor de bege com uma leve mancha branca no teto de sua cabeça, dormia confortavelmente.
-- Este é Tenma. Tenma este é meu irmão Yuri - Reverberou Yuka apresentando o caçula da casa que aparentava ser um ou dois anos mais novo que o senju.
Novamente Tenma se curvou. Como se estivesse diante dos filhos do Damyo. Yuri permaneceu inerte em seu assento enquanto escorava o cotovelo na mesa segurando sua cabeça pelo queixo.
-- Já te falei Yuka. Não precisava disso. Eu vou me esforçar mais. E aliás. Me desculpe Tenma. Sou Yuri. Sente-se por favor -- Disse convidando o senju a se sentar após repreender brevemente a atitude da irmã.
-- Boa sorte meninos -- Disse a irmã se curvando levemente e partindo do local.

-- Já que minha mana insiste vamos lá Tenma. Bom. Vou te contar minhas dificuldades na escola - reconfortou-se na cadeira e prosseguiu - Minhas provas teóricas são incríveis. Quando vou mal é porque errei uma questão. Oque me pega é a prática. Não sou bom em nada a não ser escrever, Tenma, eu me esforço bastante mas não sai nada. Será que tenho algum problema? -- Disse o caçula enquanto contorcia seu rosto a uma expressão decepcionante.
-- Não sei. Vamos revolver isso que tal? Me mostra tudo que você sabe ou não sabe fazer e eu te mostro os caminhos de como deve ser feito! -- Alegrou-o Tenma devolvendo ao rosto de Yuri um quê de esperança.

-- Tudo bem. Me siga. Vamos ao pátio. Acorde Plotka. Vamos aprender algumas coisas -- Disse enquanto cutucava seu gatinho e pegava-o entre os braços.
Tenma seguiu o caçula até um segundo salão, mas este, diferente do anterior, estava vazio. Era o espaço ideal para praticar. Yuri largou o gato que grunhia estranhamente. O caçula logo instruiu a Tenma quais eram seus verdadeiros pecados. Aparentemente, mesmo sabendo a teoria, não conseguia fazer seu chakra fluir pelos veios corretos, oque consequentemente o impedia de utiliza-lo até para o básico. O genin de longe era um bom professor, e passar instruções era bem complicado para ele, ao invés disso decidiu contar a sua própria experiência a Yuri, de sobre quando conseguiu realizar um jutsu pela primeira vez.
-- A primeira vez que usei foi na academia. Li um livro sobre algumas técnicas básicas. Você já deve conhece-las inclusive. E me arrisquei em tentar fazer o Bunshin. Bom. Não foi difícil para mim eu confesso. Acho que o segredo foi minha concentração e o meu querer. Sabe? Confiar que você pode e que nada vai lhe impedir. Tente você mesmo. Os selos são Carneiro, cobra e tigre - incentivou o genin - Deixe seu chakra fluir. Se concentre e confie em você - terminou.
Yuri se encheu de si. Inflou o peito e teceu os selos necessários. Cerrou os olhos e permitiu fluir seu chakra por entre seu corpo. Surpreendentemente surgiu de sua talhe um ser idêntico. Não estava perfeito, é verdade. Mas para quem disse nunca ter conseguido aquele era um progresso e tanto. Tenma arriscaria a dizer que ele de fato nunca havia tentado em sua vida.

Quando abriu os olhos o caçula observou seu sucesso. Arregalou os olhos e urgiu -- EU CONSEGUI. Veja Plotka. Eu consegui -- Virou-se para o gato, que, naquele urro, cravou as garras no chão e arrepiou todos os pelos de seu corpo, partindo em desespero para uma floresta ao fundo da residência -- Plotka! Volte aqui -- Ordenou em vão o caçula, que sem pensar duas vezes correu atrás do animal. Tenma o seguiu até a floresta quando se deram conta que se encontravam no meio do bosque sem rastros do gato -- Temos que encontra-lo Tenma. Por favor me ajude -- Choramingou enquanto os olhos enchiam d'água. O genin o tranquilizou dizendo que encontraria o bichano. Contudo não era tão habilidoso ao ponto de simplesmente rastrear o animal. Mesmo assim se arriscou em procurar ao chão as pequeninas pegadas do bicho. Mirou uma ou outra pegada mas acabava por perder o rastro do animal. Perambulou durante um bom tempo ate ouvir um tímido grunhido. Olhou para o alto e viu ali, encolhido em um tronco, Plotka. Subiu na árvore e retirou o animal, entregando-o a Yuri que o agradeceu infinitamente.

Permaneceu durante o restante do dia ensinando o caçula as técnicas básicas e no fim deu a hora de partir. Yuri fez questão de ir com ele até o empregador e exigir o dobro da recompensa ao genin pois havia realizado duas tarefas, auxiliado em seus estudos e recuperado seu estimado animal. Relutante o homem fez como ordenou o caçula que logo se despediu do senju e partiu para a casa, com a certeza que ganhara um grande amigo.


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Missões foram ajudar um menino rico com os estudos e resgatar o animal de estimação de uma criança.


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em 30.12.18 14:21
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em 30.12.18 15:52


——  Missão C: O bandido da 16.

A algum tempo Tenma não visitava o sábio Senju. Ansiava por contar a ele como levava a vida de shinobi e lhe mostrar as diversas técnicas  na qual aprendeu recentemente. Levantou de seu coxão tomando direção a seu armário. Pegou sua jaqueta azul com pelagem branca na gola e o ajeitou em sua talhe. Seu shorts ja estava devidamente em sua cintura e bastou-lhe calçar sua sandália azul marinho. O último utensílio que buscou em sua gaveta foi seu protetor de teste que logo segurou-o em sua cabeça com firmes nós. Tomou direção a cozinha para se maravilhar do sempre delicioso café de sua mãe. Fora breve em suas goladas e logo se despediu intencionando ir de encontro ao velho ancião. Camuflou as mãos aos bolsos de sua respectiva jaqueta e iniciou sua caminhada até a residência do velhaco, que se tratar do mesmo complexo, não era muito distante. Após dobrar algumas esquinas, seu caminhar foi interrompido por um mensageiro ofegante.
-- Tenma não é? - pausou enchendo os pulmões de ar escorando-se por seus joelhos - Estão solicitando a sua presença em uma loja do outro lado da vila... Aparentemente um bandido anda aterrorizando os comerciantes. Por favor seja rápido! Vou tentar encontrar mais alguns ninjas para o reforço! Vá até a rua dezesseis - terminou. Escorria litros d'água por seu cenho, provavelmente percorreu uma longa distancia para alcançar o senju.

O senju apenas consentiu e partiu na direção indicada pelo homem exausto. Levou a destra ate sua cintura se dando conta que havia largado a sua bolsa ninja em casa, e dada a pressa do mensageiro, não ousou pausar a sua corrida para passar em sua residência. Atravessou todo o vilarejo em uma corrida constante quando finalmente culminou no que seria as lojas atacadas pelos bandidos. Aparentemente havia chegado tarde demais, as lojas já estavam reviradas e alguns comerciantes sustentavam hematomas por todo o corpo. Antes mesmo que pudesse anunciar sua chegada, um dos homens urgiu furioso -- Anda garoto! Ele correu para o leste. Não foi muito longe com todas aquelas mercadorias. Vá! -
Tenma logo correu para o leste. Precaveu-se por caminhar pelos telhados das construções a fim de obter uma melhor visão do bandido. Balançou os olhos para um lado e outro a fim de mirar o meliante. Após correr alguns segundos conseguiu alcançar com sua visão periférica um rapaz desengonçado correndo por dentre as vielas da vila. Carregava consigo inúmeras bolsas, oque apenas dificultava sua locomoção. Tenma acompanhava seu passos, mas se precaveu por uma segunda observação a fim de se certificar que aquele era o seu alvo. Não conseguiu buscar nenhum suspeito além daquele rapaz. Julgando-o o criminoso, Tenma apertou os passos a fim de alcançar o dito cujo, que logo se deu conta que estava sendo perseguido. Tomado pelo desespero, o rapaz largou algumas bolsas tirando-lhe o excesso de peso e correu ainda mais rápido. O senju não desistiria tão facilmente, apesar de agora se equivalerem em velocidade, Tenma continuou sua perseguição ainda correndo pelos telhados da vila. Se estivesse munido por suas armas ninjas aquilo teria acabado antes mesmo de começar.

Percebendo a persistência do senju, o rapaz se deu conta que seria pego mais cedo ou mais tarde. Temia mais a cadeia do que as mercadorias que havia roubado, por isso deixou cair a terceira e última bolsa. Apenas seus bolsos continuavam cheio de joias. Tirando-lhe todo o peso, o meliante se mostrou ainda mais veloz, naquela altura acrescia a distância de Tenma a cada segundo -- "Nesse ritmo vou perde-lo de vista -- Ponderou Tenma. Teceu um simples selo apelando para uma técnica básica que o permitiu dobrar sua velocidade e alcançar o meliante em questão de segundos -- Mas oque?? -- Resmungou o rapaz arregalando os olhos e visionando sua fuga indo por água abaixo. De cima de uma das residências, Tenma saltou no ar caindo sobre as costas do rapaz. Os dois rolaram no chão por alguns segundos quando Tenma o dominou cravando seus joelhos contra as suas costas e torcendo seu braço direito -- Te peguei! -- Rosnou o senju cerrando os dentes de raiva. A queda dos dois fez os itens do bolso do bandido espalharem-se por toda a rua -- Levante-se! Pegue isso tudo e vamos voltar até onde largou as outras bolsas. Não ouse fugir novamente pois não serei paciente em uma próxima oportunidade! -- Ordenou o genin permitindo que o rapaz catasse tudo na qual deixou fugir de seus bolsos. Imobilizado pelo braço direito, ele não relutou, percebeu as diferenças de forças e principalmente a bandana que Tenma carregava consigo, era inútil lutar contra um ninja, afinal este não passava de um trombadinha que corria em demasia.

Tenma refez toda a trajetória que percorreu a fim de recuperar cada um dos utensílios largados pelo meliante. Após alguns minutos conseguiu recuperá-los com sucesso. Com o meliante ainda imobilizado partiu até os locais roubados. A revolta dos comerciantes era emanada em seus semblantes, certamente linchariam o rapaz ali mesmo se o genin não os impedissem – Aqui estão suas coisas! Não se preocupem com este aqui. Terá oque merece na prisão! – Enunciou o jovem enquanto entregava os pertences a seus verdadeiros possuidores. Sem delongas partiu dali em direção ao quartel general. Durante a caminhada o rapaz tentou o convencer de deixa-lo ir, prometendo que daria um jeito na vida e seria outra pessoa – Me deixe ir por favor! Estava desesperado. Precisava fazer dinheiro, vivo na pobreza. Você sabe o que é passar fome? –
Quantos assassinos não disseram isso antes de pararem atrás das grades? Inúmeros. Não poderia cofiar na palavra de um mal elemento, até porque não seria ele o juiz – Então se apoia em suas condições para justificar o seu crime. Nada justifica tomar posse do que não te pertence. Prefiro morrer de fome a usufruir de algo que não é meu! Agora cale a boca e continue andando – Reverberou o senju ainda mais furioso com o jovem.
Uma vez no quartel, entregou o meliante a um de seus superiores que devolveu-lhe uma recompensa – Bom trabalho Senju! Nosso mensageiro não conseguiu alcançar mais reforços, mas vejo que alcançou quem deveria! – Elogiou o chunin erguendo o punho para parabenizar o garoto – Obrigado senhor – disse apertando a sua mão e pegando a bolsa de ryous para si. Então partiu de volta para casa

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em 30.12.18 18:54
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em 31.12.18 17:49


——  Missão D: A joia.

Tenma estava sentado em uma cadeira diante de seu superior que o instruía sobre a sua próxima tarefa.
-- Escute bem Senju – ajeitou-se na poltrona – Está vendo esta simples caixa? – Ergueu a canhota que segurava um pequeno caixote – O que está aqui dentro nem mesmo eu sei te dizer. Mas sei que pertence a uma família muito bem relacionada com o Senhor Feudal do País de Fogo. Ou seja, não é algo qualquer. Terá que levar isso até o extremo da vila. Deve estar achando que é uma tarefa simples demais, e de fato é. Contudo existem pessoas que desejam o seu conteúdo, mesmo não sabendo o que tem aí dentro. Normalmente este tipo de encomenda é mandado junto aos carteiros. Sei também que ultimamente emprestou seus serviços ao correio, ando ouvindo falar muito de você criança. Mas este em particular foi pedido para ser protegido por um ninja, mas estando sendo transportado no interior da vila. Por favor tome bastante cuidado com isso. Já sabe oque tem que fazer. Conhece o casebre mais ao norte, não é? A que tem uma floresta em seu fundo. Essa mesmo. É lá que deves entregar esta encomenda. Pode ir e boa sorte – Terminou erguendo o objeto na direção do genin, Tenma agarrou-o com a destra e se levantou de seu assento – Pode deixar senhor! – Exprimiu antes de deixar o local.

Tenma já conhecia o tal casebre, se estivesse certo se tratava da mansão de Yuka e Yuri, os irmãos riquinhos na qual esteve não faz muito tempo para realizar uma missão que acabou por terminar em duas tarefas. Certamente aquilo não poderia ser tão simples como imaginava. Alocou o caixote em um de seus bolsos e predispôs ambos os punhos também nos bolsos de sua jaqueta. Seu caminhar seria munido por um ar menos costumeiro. Cabeça erguida, ombros alinhados e passadas ligeiras. Seus olhos constantemente cambaleando para lá e para cá a fim de buscar algum suspeito ou alguém na qual esteja o perseguindo, afinal o próprio superior disse que isso poderia vir a acontecer, e com isso em mente o jovem genin traçava uma estratégia para impedir, ou no mínimo perceber que estava sendo perseguido. A passadas largas o genin perambulou desconfiado de tudo e de todos, não ousou uma pausa sequer e sem demorar atravessou quase todo o vilarejo. Restara-o mais algumas quadras apenas. Contudo por entre uma olhada e outra percebeu um movimento estranho. Se virasse bruscamente a cabeça acusaria a si mesmo que já sabia que alguém estava as suas costas e que possivelmente carregava algo de valor. Matutou a cabeça pensando em como poderia descobrir o tal perseguidor e como despistá-lo.

Decidiu então por adentrar em um estabelecimento mais próximo. Se tratava de um restaurante chique, afinal estaria na parte mais nobre da União. Caminhou até o balcão e despistadamente correu o olho a entrada do local tentando identificar quem por ele passava. A movimentação era imensa, mas com a boa memória fotográfica conseguiu captar alguns rostos. Pediu a atendente o alimento mais barato, tão somente para não provar que sua ida ali fora em vão. Logo saiu do estabelecimento com um bolinho de arroz em mãos, e novamente visou sua entrada intencionando identificar alguém sair após o próprio. Muitas pessoas saíram, é verdade, mas não identificou nenhum rosto na qual entrou consigo no estabelecimento – “ Não deve ser nada “ – Refutou retornando sua direção até seu destino. Rapidamente chegou até a mansão, daquela vez não foi recebido pela irmã mais velha nem mesmo pelo caçula. Um mordomo da família se encontrava na porta pronto para receber o caixote. Logo entregou-o o objeto e partiu para pegar sua recompensa. No fim acabou por ser mais simples do que pensei...
O genin adentrava uma segunda vez ao quartel general para relatar o sucesso de sua missão em entregar a pequena caixa a família bem relacionada com o senhor feudal – Então senhor. Correu tudo bem. A caixa foi devidamente entregue – Enunciou o garoto.
-- Muito bem Senju. Aqui está sua recompensa! – Retrucou o empregador lançando-o uma sacola com algumas moedas. Tenma agradeceu-o e se virou para abrir a porta do local para retornar a sua residência. Quando levou a destra até a maçaneta, uma força maior a girou e puxou a porta – Precisamos de ajuda! É meu mordomo! Ele foi atacado e levaram o colar de minha irmã! – Desesperou um garoto bem conhecido de Tenma que logo o reconheceu – Yuri? Mas oque? –
-- Vá logo Senju! Deixe o mordomo conosco e recupere o artefato! Mandarei reforços. – Ordenou seu superior.

-- Eu vi para onde ele foi Tenma. Me siga – Disse Yuri correndo até o local do roubo. Tenma o seguiu sem muito argumentar. O garoto o explicou que o meliante adentrou em sua casa e atacou o seu mordomo antes mesmo que este pudesse entregar a caixa a sua irmã. Descobriu também que tal encomenda partilhava de colar de diamantes de bastante valor, que foi dado para sua irmã por sua mãe pouco antes de falecer, oque fizera apenas o genin se carregar de ódio do homem que ousou toma-la para si.
Em poucos minutos chegaram até o local na qual Yuri viu o ladrão pela última vez. Como ambos sabiam, Tenma não era um rastreador impecável, sequer era um de verdade. Contudo não lhe foi necessário perseguir o meliante, pois o próprio deu a cara a tapa – Estão procurando por isso, não é? - indagou surgindo da penumbra erguendo a joia com uma das mãos – Só vou entrega-lo com uma condi... – Foi interrompido pela ação do genin, que tomado pela impulsão, avançou contra o ladrão usando de uma técnica simples para dobrar sua velocidade e aplica-lhe um soco carregado por todo o seu ódio. Sequer ouve tempo de o homem reagir quando um punho munido de chakra amassou o seu nariz com tanta força e o fez cair e largar o brilhante colar – Então era você que estava me seguindo! – Reconheceu o genin enquanto pegava do chão a preciosa joia. O homem refutou, mas se deu por sair correndo. Quando Tenma pensou em persegui-lo foi interrompido por Yuri – Não faça isso Tenma! Eu conheço ele... Deixe-o ir. Já conseguimos oque viemos buscar! – Apaziguou o caçula. O genin sequer indagou sobre o proceder daquele homem e o envolvimento dele com sua família. Apenas se retirou dali até a mansão para enfim dar ao colar vida no pescoço de sua possuidora. Yuka o agradeceu imensamente. Chegou a convida-lo para jantar em sua casa. Tenma ainda se portava meio desconfortante diante da moça, não se sabia o motivo e, mesmo querendo aceitar o convite, recusou. Partiu para o então quartel general pela terceira vez, afinal havia realizado mais uma missão e foi buscar sua recompensa, findando o dia em sua cama.


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Illyasviel
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em 01.01.19 10:59
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em 01.01.19 16:40


——  Missão D: Os três pestinhas.

A primeira a perceber sua presença foi a caçula. Diante de sua minka, a terceira filha da iryonin Kami, uma garotinha chamada Nami, que fazia o possível para sujar ainda mais a sua já imunda camiseta, abriu o dialogo, fixando os olhos cheios de alegria ao shinobi que passava a sua frente, se apresentou.
-- Pode entrar Oni-chan! Mamãe te espera lá dentro - Deu-lhe boas vindas a garotinha dos olhos com de mel e cabelos rubros, convidando-o para adentrar em sua residência.
O genin consentiu com a cabeça e, como sempre, com as mãos ao bolso de sua jaqueta, caminhou para o espaço em que foi permitido sua entrada. Uma vez no recinto, o shinobi fora recebido por outras duas crianças, Menma e Kai seguido pela moçoila na qual chamavam de mãe. Uma jovem garota que mais parecia a versão mor de sua caçula. Os olhos cor de mel e mechas purpúreas. A jovialidade de seu semblante pouco se espelhava na saúde de seus miúdos.
-- Olá. Eu sou Nami! Deve ser o ninja que pedi para cuidarem de minhas crianças - Sorriu apontando para a poltrona - Fique a vontade garoto -- Terminou.
-- Sou Tenma - Apresentou sentando-se no selim de couro encardido - Deixe comigo senhora. O hospital exigiu pressa. Estão precisando de você lá -- Apressou a moça que sem delongas partiu ao centro da vila despedindo-se de seus menores com um abraço coletivo.

-- Vamos brincar Oni-chan - Animou a pequenina que logo foi interrompida pelo mais velho dos irmão, onde aparentemente possuía entre seis e oito anos.
-- Deixa disso Nami. Ele é um ninja. Não esta aqui para ficar brincando de boneca - Disse fazendo marejar os olhos da garotinha. O mais velho logo cruzou as pernas e sentou a frente do genin munindo-se de empolgação por estar diante de um ninja -- E então. Tenma não é? Somos quase charás. Como é ser um ninja? - Indagou com os olhos cintilantes.
-- Você é Menma não? Então jovem. Não quero acabar com seus sonhos, mas não é nada demais. Confesso que esperava muito mais. Passo quase o tempo todo fazendo pequenos serviços como de carteiro e babá haha. Mas não sei a que ponto isso é ruím. Me imagino no futuro querendo voltar no tempo e aproveitar esses momentos -- Divagou Tenma mirando o teto do estabelecimento de madeira enquanto entrelaçava os dedos e visionava um futuro distante na qual profetizou acontecimentos indesejáveis, mesmo esperançando em seu âmago tempos de paz com a União do Fogo.

A empolgação do jovem desapareceu por completo. O sorriso deu lugar a um triste desbeiçar. Tenma mirou o jovem e se decepcionou consigo mesmo. As vezes crianças tem que ouvir aquilo que querem ouvir, não oque o mundo tem a dizer. Certamente não sabia lidar com aqueles pequeninos. Desconcertado, tentou reaver suas palavras -- Levante a cabeça Menma - Levou o indicador ao queixo da criança, alavancando sua cabeça para cima - Garanto que você será um grande ninja. Muito maior do que eu jamais sonhei ser -- Sorveu os lábios de um grande sorriso que atravessou todo o seu semblante. Foi, apesar de tudo, um sorriso sincero -- Vamos brincar criança! -- Quebrou o clima direcionando sua palavra a caçula que alegrou-se no mesmo instante. Distraíram-se durante horas e logo a porta ruiu. A mãe dos pestinhas haviam chegado e a hora de Tenma partir chegou. Despediu-se das três crianças e de suas progenitora. Tomou rumo até o quartel a fim de pegar sua recompensa por mais uma missão bem sucedida.

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em 01.01.19 21:07


——  Missão D: Pintor.

Não lhe foi difícil encontrar o homem da qual sua missão informava. O rapaz arrastava a perna a cada passo, mais lento que a mais idosa lesma. Uma bengala em verniz negro embaixo de sua axila direita o ajudava em sua locomoção em câmera lenta. O homem demorou exatos 120 segundos para atravessar uma pequena rua a fim de alcançar a sua residência que era relativamente pequena para um solteiro. Tenma se aproximou do homem assim que este realizou seu pequeno trajeto. Nem mesmo precisou se apresentar quando o homem o convidou para entrar em sua casa.
-- Entre garoto. Vá na frente por favor. E não se incomode com minha velocidade. Eu costumava ser mais rápido em meus tempos como shinobi haha - Disse o homem balançando a canhota mostrando-lhe a direção em que deveria seguir. O capuz do manco escondia a sua verdadeira face. O homem se munia de inúmeros mistérios em cerca de apenas dois minutos. O genin seguiu como fora sugerido pelo homem. Abriu a porta da casa e aguardou mais alguns segundo o dono adentra-la -- Sente-se rapaz -- Proferiu o homem. Tenma logo puxou uma cadeira de madeira e a tomou como assento. Quando o fez o objeto rangeu tanto que fez parecer que o Genin havia quatro vezes mais o seu peso.
-- Desculpe por isso jovem. Nem tudo aqui é novo. Por isso pretendo dar um novo ar ao ambiente. Sua ajuda será de grande importância... Aliás, eu dou Koji -- Disse o homem ao se sentar em uma poltrona ainda mais longínqua que a cadeira do jovem.

O senju albino era um garoto curioso, as vezes mais do que deveria -- Eu sou Tenma. É um prazer senhor Koji - apresentou-se e após uma leve pausa continuou -- Oque de tão terrível aconteceu com sua perna que o impediu de prover de sua velocidade anterior? - Indagou carregando um pequeno ar de ironia, como lhe era costumeiro.
-- Haha - sorriu escorando os braços na bengala envernizada - não é história para crianças garoto -- Alegou se libertando do capuz mostrando finalmente a sua face, que carregava consigo ainda mais mistérios. Uma cicatriz imensa saia de seu negro cabelo, passava por seu olho direito cerrado, consecutivamente parte de seus lábios destros e atravessou o cenho camuflando-se a gola de sua camisa vermelha.
-- Ali criança. Pegue o balde e o pincel. Comece pelos fundos - quebrou o silencia após alguns segundos enquanto dificultosamente erguia-se da poltrona.

Desconcertado, Tenma levantou de seu assento e direcionou aos objetos indicados. Pegou o pincel e o balde partindo para os fundos da residência onde começaria seus serviços. Molhou o pincel a tinta timidamente vermelha e passou ao madeirite do casebre em movimentos consecutivos de baixo para cima espelhando um pintor profissional. Obviamente não com o mesmo esmero, falhas eram corriqueiros em sua pintura, contudo passou quantas mãos foram necessárias para concertar o seu erro. A casa do homem era tímida, e não provinha de longas paredes, logo o trabalho do genin estaria pronto. De certo seu traje azul estaria tomado pelo tom vermelho, mas eram ossos do ofício. A quem diga - ironicamente - que combinou com seus traços avermelhados de suas bochechas. Se despediu do misterioso manco tomando direção ao quartel a fim de pegar sua recompensa.

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[Missões - One Post] Tenma Empty Re: [Missões - One Post] Tenma

em 01.01.19 22:58
Yuusuke escreveu:App
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