Trama do RPG - Resumo
Prólogo
Houve um tempo de guerra que assolou o País do Fogo por inteiro, dizimando famílias, campos e gerações a fio fosse a mando da honra ou do dinheiro. Esta era ficou conhecida como a Era dos Estados Combatentes. Cansados do derramamento de sangue intenso recorrente dentro das dependências do lar, as gerações passaram a adotar medidas de paz e cessar fogo, gerando um tempo de paz depois de anos em guerra.

Para dar um fim a tudo isso, o Tratado de Wakai foi assinado pelas quatorze cabeças dos clãs combatentes - e restantes - na presença do Daimyo Shimitsu, um termo de posse em uma região específica no interior do País, demarcado em quatorze territórios. Devido a convivência frequente das famílias em função da proximidade, a convergência dos territórios era iminente. Um segundo encontro diplomático entre os líderes resulto no que veio a ser chamado pouco tempo depois de União do Fogo, governada simultaneamente por estes, em uma junta democrática nomeada Conselho do Fogo.

Junto desta união nasceu um sistema de organização militar, hierarquizando aqueles que chegassem em determinados níveis de poder em um modelo de poder guiado e determinado pelo Conselho. Enquanto alguns já ganhavam altos postos, a preocupação com a educação das crianças das famílias surgia igualmente e, com isso, nasce a Academia Ninja e os futuros talentos que protegerão a União no futuro.
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em 27.12.18 22:39
D escreveu:01. Levar os cães de uma idosa para passear pela vila;
02. Ajudar uma equipe de jornalistas a fazer entrevistas;
03. Recolher o lixo da vila;
04. Servir como ajudante na cozinha de um restaurante; 
05. Semear o jardim de uma senhora;
06. Ajudar o filho de uma família rica a estudar;
07. Aparar a grama da academia;
08. Proteger uma encomenda simples; 
09. Encontrar o bicho de estimação de uma criança; 
10. Servir de salva-vidas de crianças num lago ou rio;
11. Entregar remédios a um homem doente; 
12. Encontrar alguma relíquia ou algum item de valor sentimental para alguém;
13.Tomar conta dos três filhos de uma jovem senhorita;
14. Encontrar o pervertido que tem espiado o banheiro feminino; 
15.Pintar a casa de um homem que está machucado;  
16. Servir de ajudante na academia ninja;
17. Distribuir cartas; 
18. Limpar as ruas da vila; 
19. Limpar um porão bagunçado; 
20. Carregar as compras para uma garota rica;

D escreveu:01. Colher diversas ervas para o hospital; 
02. Ajudar na orientação de novos estudantes da academia;
03. Cuidar/vigiar uma casa;
04. Auxiliar na destruição de uma casa;
05. Destruir o ninho de rato que está empestando as redondezas;
06. Lavar pratos em um restaurante ou jantar;
07. Ajudar a restaurar um monumento;
08. Ajudar uma senhora a podar o jardim;
09. Ajudar em uma fazenda;
10. Ajudar um estudante da academia em um treino tático;
11. Ajudar a construir um edifício;
12. Ajudar um escritor a se inspirar atuando para ele;
13. Registrar, através da escrita, uma reunião de família;
14. Arrumar um campo onde ninjas lutaram anteriormente;
15. Vencer uma corrida na academia;
16. Investigar uma casa mal assombrada;
17. Entreter crianças em uma festa infantil;
18. Recuperar um relógio valioso perdido na aldeia;
19.Ajudar a decorar uma casa para uma festa;
20.Distribuir panfletos; 

C escreveu:01. Acompanhar o cliente fora da aldeia, em uma situação sem risco de vida;
02. Execute uma missão D-Rank na fronteira;
03. Siga a filha do cliente enquanto ela sai de sua casa à noite;
04. Localize o antigo parceiro de quarto que prejudicou o senhor;
05. Defenda os bandidos que atacam uma loja;
06. Atuar como guarda-costas de uma gravida conhecida na região comercial;
07. Fortalecer a segurança na feira em uma vila próxima;
08. Entregar uma obra de arte muito cara;
09. Dê ao filho do senhor feudal um árduo treino;
10. Proteger os arredores da academia.

C escreveu:01. Proteja o cliente contra sequestradores;
02. Servir como testemunha durante uma transação importante está sendo processada;
03. Investigar o recente desaparecimento em uma cidade pequena;
04. Impeça o roubo de uma loja;
05. Tome ações diplomáticas para acabar com um conflito entre dois grupos de crianças;
06. Reúna informações para o cliente sobre sua esposa, a quem ele suspeita estar traindo ele;
07. Ajude um ninja ferido a chegar até o hospital, ele está na guarita nos arredores;
08. Encontre o ingrediente para uma receita. Há boatos que ele nasce em uma das vilas portuárias.
09. Esgueirar-se em uma casa e investigar os seus novos residentes.
10. Terminar uma guerra de gangues, pela força se você precisar


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em 28.12.18 0:19


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Fazia exatamente uma semana desde o teste genin, e aqueles hematomas não sumiam. Não voltei mais para casa e depois de saber que meu irmão foi vítima de uma atrocidade tão grande quanto, minha única vontade era juntar tudo que tinha e partir para crescer livre, provavelmente levar Rumpel, e buscar um ar que inspire confiança na existência. No entanto, consciente que sou, sabia que aquilo levaria tempo e que algumas cicatrizes ainda surgiriam nesse trajeto, sejam das surras ou da vida, mas elas viriam. E talvez até por isso eu estava em pé, encarando uma porto que parecia ter o dobro do meu tamanho; estava prestes a receber minha primeira missão, e aquilo deixaria qualquer um nervoso. Engoli em seco e entrei. -Sente-se! Lá estava o que era claramente um Jounin que trabalha no setor administrativo do vilarejo, e provavelmente era ele quem distribuía as missões e os afazeres. Me sentei. -Bom dia senhor. Nosso aperto de mãos foi desproporcional em força e aquilo me deixou envergonhado. Eu estava nervoso. -Bom dia Uchiha! Está pronto para a sua primeira missão? Eu não sei como minha casca material aparentava meu estado interno, porém, por mais que cada músculo do meu corpo tremesse ele parecia não notar -ou propositalmente não demonstrava-. Acenei positivamente com a cabeça e apanhei os papéis que ele me entregava. -Você terá que guiar Kyung-Soon para sua exposição de artes alguns quilômetros daqui. Ela está indo como compradora e também negociante, lá você vai encontrar todo tipo de coisa estranha possível, seu instrutor de academia mencionou que se encaixava no seu perfil. O que acha? Ele disse rindo, mas sua frase me soou ofensiva. Respirei fundo segurando a vontade de levantar e sair de toda aquela enrolação. No entanto, fiquei! Pois o nome que ele havia dito me despertou interesse.

Kyung-Soon era uma artista extremamente conhecida no vilarejo, muitos atribuíam à ela fenômenos inusitados. Como curas milagrosas, extraordinárias demais até para qualquer tipo de técnica; incêndios magicamente sumindo e deixando tudo de forma intocável. Falavam tudo isso dela por situações ocorridas próximas de sua residência, não por provas conclusivas de que ela realmente teve interferência em todos esses acontecimentos. Fato é, ela era impecável no que fazia; tanto quadros, como pinturas em porcelana ou quadros. Ela fazia dinheiro com arte, e não arte por dinheiro. Uma artista que carregava a pureza e o significado da frase em seu peito. E como todo bom artista, ela era... Diferente. Incontáveis vezes populares quase invadiram sua casa pensando que ela havia falecido, mas não, apenas optava por isolamento extremo em quase todas as épocas do ano para focar seu espírito para a aura artística. Eu a invejava. Suas estranhezas eram admiradas pelos outros, embora fossemos semelhantes em algo, aquilo que produzimos é muito mais valioso que nós mesmos. Pagariam um milhão de ryous em um porcelanato com sua assinatura, mas não pulariam na frente de uma kunai para salva-lo. Mas eu sim, e por isso eu estava lá, a inteligência do vilarejo é tão baixa e infiltrada em nossas vidas, que as missões são trassadas para o seu perfil em cima de coisas da sua vida e preferências, que só você deveria saber. E eu realmente gostava daquela personalidade, eles sabiam disso. Era aficionado em arte, principalmente naquela que lhe inspira uma mescla de sentimentos como por exemplo, os crânios que ela confeccionava que sempre resultavam não só em mim mas em todos, uma mistura de medo e extasia diante tanta beleza. Nunca imaginei que a beleza poderia inspirar medo, mas suas obras pareciam ter saídos de forjas onde o próprio demônio, com a habilidade única do belo amedrontador, que só ele seria capaz de confeccionar tamanha dualidade. 

-Você está atrasado. Acho que esqueci de contar algo que agora é questão de opinião pessoal, ela era nova e linda, de uma beleza e uma aura tão tranquila que parecia ter saído diretamente do ventre da lua. Talvez por isso fizesse tanto sucesso, pois ela o que todos queriam ser, da forma menos robotizada possível e mesmo assim com certas limitações que não lhe excluíam do padrão. Ela é uma alma que vaga por ambos os polos sociais, abraçava os Lordes e beijava os lunáticos. Aqueles seus cabelos que se fundiam-se em fios dourados e esbranquiçados. Eu era uma criança, mas aquela mulher certamente era a obra de arte mais bela que vi sob a luz do sol. -Anda garoto, vai ficar parado me olhando? Acelerei o passo após sair daquele transe intenso no qual havia emergido. Aquela carroça na qual estávamos no levaria para uma vilarejo não muito distante dali, uma terra regada pela arte e boêmia. Meu dever era defendê-la e acompanha-la, assim como garantir que uma de sua porcelanas, a cabeça de um Jinn moldada e confeccionada pelas suas mãos. A viagem tendia a ser tranquila, já que todo o território pelo qual passaríamos era de nosso domínio. Acho que ela pediu escolta só para não ir sozinho, e me pareceu mais verdade ainda quando notei que o intuito dela era conversar.

No começo sondou sobre mim, perguntando sobre quem eu era e sobre minha família. Não me aprofundei muito no meu poço, mas não lhe neguei o diálogo. Passamos por trilhas de terra e pés de cachoeira, e para cada balançar da carroça eu reconhecia o quão insanamente coerente era aquela mulher. -Tipo eu, tenho dezenove anos, e minha maior liberdade de vida é ser adestrada por Jinns e Shinigamis. Digo, [...] eu fico trancada numa casa, com cabeças humanoides que eu mesmo fiz, e elas são assustadoras, assustadoras por que exteriorizam minha mente. Você entende? Não, eu não entendia tudo o que ela dizia, mas sabia que sábios se comunicavam por metáforas, e ali estava uma incrível professora. -Claro que estou Kyung, não pare. Reforcei seu comportamento pois sabia que era o necessário, mesmo forçando todas as capacidades intelectuais possíveis para acompanha-la. -Por exemplo, olhe aqueles esquilos. Disse enquanto me sugestionava com o dedo uma família destes animais acima de nós, numa árvore pela qual passávamos de forma apressada. -Eles sabem o que é ter família, o que é existir, o que é amar, mas não sabem o que é ser livre. Você sabe o motivo? Eu era inocente, mas não tanto. -Estão presos aos seus instintos? Ela sorriu e afagou minha cabeça. -Criança inteligente! Gostei de você Derek. Corei o rosto em retributiva. -Exatamente isso, tudo que vive não é livre, é preso à si mesmo, preso às suas necessidades e a tudo aquilo que lhe faz pensar. Ter sede, ter sono, ter fome... Ter amores. Tudo o que respira, está preso, lembre-se disso [...] Vou descansar um pouco, me chame quando estivermos chegando na aldeia; Concordei em silêncio. Todo aquele assunto sobre família, sobre estar preso em vontades inconscientes, me deixou reflexivo. Minha mente vagava por situações e conclusões, fatos em meios à flashbacks que me assombravam só quando minha cabeça estava sobre o travesseiros vinham a tona agora. Como Kyung podia ser tão nova e tão inteligente? Pessoas assim não tem uma vida normal, e geralmente é uma vida realmente difícil de lidar. Mas se ela podia lidar com tudo aquilo, ser admirada por sua loucura e versatilidade, e mesmo tão nova estar onde está, eu também poderia. A motivação está ao seu alcance, basta quebrar algumas limitações.

Viver é um aprendizado constante, e aquela missão tinha um motivo para ser a primeira. Ela não era do tipo complexa, era do tipo que te agrega, te faz amadurecer como ninja. Já havíamos chego no local faziam algumas horas, e eu andava silencioso ao lado da jovem de cabelos longos, enquanto observava suas conversas e sua negociação. Sua palavra pareciam bailar ao vento da persuasão, peregrinando de mentes em mente, arrombando porta por porta, e adentrando sem preocupação alguma com as ideias lá contidas. Já ela quisesse que você comprasse, acabaria comprando, seja pelo seu charme, sua insistência ou pelo medo que ela causava em alguns; era indiferente, o importante era conhecer sua arte e se expandir no universo imaginativo que habitava a mente daquela mulher. No final da noite ela havia vendido o Jinn de porcelana por incríveis seis milhões de ryous que seriam transferidos posteriormente na rede de bancos interna do país. Mas ela era louca, e comprou um leque que até minha vó produziria por sete milhões. -As coisas simples são as mais valiosas e as que mais precisam de incentivo. Nem tudo é loucura, as vezes é amor ao próximo Derek. Me explicou ao concluir os motivos que haviam levado ela a gastar tanto dinheiro. Já estávamos em frente a sua casa, ela bem e em segurança, sem nenhuma obra que realmente seja de arte, e sem dinheiro algum, mas feliz. Percebi que na verdade ela camuflava seu bom coração com o isolamento e problemas que Kyung mesmo usava para auxiliar os outros. Ela realmente era uma mulher incrível, e que já havia deixado claro que eu não deveria sumir. Parece que realmente gostou de mim. Agradeço a viagem e a companhia, muito obrigado!

Nos despedimos e parti ao encontro de meu superior para passar o relatório da missão direcionada à mim. No caminho comecei a vagar por todas as situações que aprendi naquela viagem. Kyung em pouco tempo se tornaria uma celebridade mundialmente conhecida tendo suas obras comercializadas e adquiridas em todas as regiões do globo, porém, algo me incomodava; quanto mais sua arte se valorizava menos as pessoas ligavam para ela e seus meios de produção, só queria mais daquilo que não pode ser produzido em quantidade mas sim em qualidade. Estava novamente em pé frente aquela porte, mas naquele momento não estava mais tomado pelo nervosismo, pelo contrário, estava pleno e calmo como quem navega em sabedoria antiga e filosofia de espírito. Adentrei. -Foi mais rápido do que que eu imaginei. O Jounin me examinava dos pés a cabeça, como se medindo se eu realmente havia concluído o ordenado ou apenas dado um jeito de burlar as regras para ganhar dinheiro. Costumava não ligar pras normas, mas criminoso eu não era, apenas individualista digamos assim. -Do modo que foi solicitado. Joguei sobre sua mesa um pergaminho que a artista havia me entregado, tratava-se de uma recomendação. -Vejamos as origens nisso. "Hábil e inteligente, gostaria deste shinobi em mais missões que envolvam diretamente meus pedidos." Era assim que terminava o documento não tão extenso. -Parece que você fez o milagre de ter conseguido a  confiança da Artista dos Crânio. Meus parabéns! Enquanto eu me sentava me enchi de satisfação ao ouvir aquelas palavras. Nem mesmo eu tinha lido aquela carta ainda, aliás, achei que nem sobre mim ela tratava. Recordo-me -Entrega diretamente pro seu supervisor, não abra, não leia, não desvie o caminho. Apenas entregue! Aquela mulher parecia se divertir fazendo essas coisas, brincando com aquilo que ela sabe que desestabiliza os demais. Não era louca, era louca de esperta! Obrigado Kyung. -Bom, essa recomendação de Kyung é de extrema importância, vai entrar na pasta do seu perfil e não tenha dúvida, este sendo o primeiro documento lá presente irá alavancar de forma positiva tudo o que irá acontecer de agora em diante. O Jounin me olhava nos olhos, era difícil alguém me encarar diretamente. -Mas o caminho ninja cava covas fundas com grandes pás, não é? Meu medo era o que o fardo da responsabilidade aumentada poderia causar sobre mim; já era uma criança confusa, com problemas de violência doméstica e abuso psicológico, com o peso de um clã nas costas, e agora, uma carta de recomendação logo em minha primeira missão. As coisas pareciam ir para um lugar positivo, mas também eram carregadas de energias que me causariam mudanças drásticas. -Não tenha medo Derek, você nunca será cobrado além de suas limitações, isso jamais ocorrerá e você pode ficar tranquilo. Não havia mais o que ser feito, tudo o que tinha para ser aumentado em assunto e discutido já havia sido concluído. Me espreguicei na cadeira, de forma lenta e até mesmo sonolenta eu me movi, desta vez apertando de forma firme a mão do sujeito. -Adeus! Disse passando pela porte. -Até amanhã! Ele respondeu em tom de ironia, me lembrando que aquela havia sido apenas a primeira e não a última. 

CH: 15 & HP: 10 & ST: 5

o.b.s.: 01. Acompanhar o cliente fora da aldeia, em uma situação sem risco de vida;
08.Entregar uma obra de arte muito cara;

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em 28.12.18 13:24
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Seguiu o padrão desejado, completando todos os requisitos.
60 de experiência adquirida e 20 mil ryous.
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em 29.12.18 18:33



[Missões O.P] Derek THP3d05SFhdRvLOKLs2gqUFz0THCvIe10gufubJGDV2XdWQOGjgCmk-Xv-oy3g6MHtHt0_jcsbf4BjCU17-xXbiBlGcM1vMrzlLcNRto4d8N4MWlFE-H0qO2hGIzHeF3wQXY0VekYRasS2_nK5g5Pw


-Valkyria solicitou você em específico para esta missão. Aquela senhora havia me visto nascer, aliás, estava lá naquela noite chuvosa quando vim ao mundo. Uma anciã do clã Uchiha, incapaz de qualquer coisa na vida que não seja sentar-se em sua varanda e reclamar das dores. Faziam poucos anos desde que sua hérnia realmente impossibilitou ela de andar, e desde então quem sempre levava o grande Eros para passear era eu. E quando digo grande, digo no sentido de espírito, pois ele era com um cão com pouquíssimos centímetros de altura, mestiço de pelagem negra como a noite, e travesso como um duende. Mas naquele momento, frente ao Jounin, vi que era real a história de que a senhora não tolerava o que ela chama de "sangue impuro", ou o que é popularmente conhecido como pessoas que não fazem parte de sua família -aquela era uma ideia nela que me causava repulsa, mas eu gostava dela-. -Tudo bem, eu entendo os motivos dela. Ao apanhar a folha instrutiva das mãos do superior observei que novamente haviam duas, uma grampeada às outra. -Mas, aproveite que estará por ai na vila e ajude na questão do lixo. Sei que Eros não lhe dará o mínimo de trabalho, vocês são companheiros de longa data. E era verdade. Meu lar não era abusivo só em relação à mim, e exatamente por isso eu sempre evitei ter ou pedir animais para os meus pais, com medo do que eles fariam com aqueles seres tão puros em existência. No entanto, Valkyria sempre fez questão com que Eros e eu mantivéssemos uma relação, recordo-me de suas palavras até hoje; "Animais enriquecem a gentileza do homem." O que era contraditório vindo de uma senhora nada gentil que via seres humanos como raças distintas e não como um coletivo de força cooperativa. 

Eros dispensava qualquer tipo de coleira, guia ou chamadas de atenção, ele parecia desfilar pelas ruas do vilarejo ao meu lado, enquanto minhas mãos abraçavam uma barra de ferro enferrujada enquanto empurrava de forma cansativa um carrinho de coletas. -Você tem sorte de ser apenas um cachorro. Disse para ele, e aquele animal parecia me entender. Naquela tarde recolhi tudo o que era possível e estava ao meu alcance; papelões, pneus, lixos domésticos -que foram realmente os piores-. Cada lotação do carrinho era uma viagem sem fim do outro lado da cidade até o depósito. Eros? Aquele era um fiel escudeiro, e como todo bom parceiro não me abandonava. Sempre o deixei livre para correr atrás de pássaros, caminhar ao meu lado, sair por alguns minutos e então retornar, ele era incrivelmente inteligente. Neste mesmo dia lá estava eu, queimando sob o sol intenso e já desgostoso da vida, quando vi uma das cenas mais hilárias que já presenciei. Metros a frente, bem ao lado da porta de uma padaria, o cão mancava e esboçava uma expressão claramente proposital que induzia à penas de quem passava. Se aquele cão fosse alguém certamente eu diria que estava induzindo todos em algumas técnica ilusória, pois todo ser pensante que ali passava se comovia com a cena e lhe cedia um pedaço de alimento. Jogando algumas sacolas dentro do carrinho eu só fazia rir, soluçando, buscando ar para me recompor. Então assoviei estralando o ar, chamando sua atenção; de forma imediata ele correu em minha direção, deixando quem estava o mimando segundos atrás em estado de perplexidade. O expediente estava no fim e aquela situação já havia garantido o meu dia. Arrastando-me sobre as pernas parti para entregar a ultima leva no galpão, e então entregar Eros em casa.

-Nossa Derek, como você cresceu! Os cabelos daquela mulher pareciam com a tempestade, entre seus dedos um cachimbo com uma mescla de ervas medicinais que lhe aliviavam a dor. Sentada em sua cadeira de balanço, Valkyria foi o mais próximo que tive de uma vó. -Óh! Eros, você também cresceu. Dizia ela em tom bondoso enquanto acariciava e acalmava o cão que partiu para o seu colo. -Como está a senhora? Aproximei-me dela para permitir que me desse um beijo carinhoso na testa. -Estou velha meu querido, velha. Mas viva, e isso já é o suficiente. E você? Me sentei no degrau da varanda ao lado de sua cadeira. -Estou bem, muito empolgado com o começo do caminho shinobi, e preocupado em fazer o certo, mas bem. Ela me olhava de forma fixa enquanto eu falava para ela sobre o meu dia e o motivo de eu estar cheirando a lixo. -Seu pai comentou que hoje você estava trabalhando como carrinheiro. Até brincou que você levou o cachorro pra encenar melhor. Ela riu e eu captei de imediato o sarcasmo em sua voz, então ri junto. Momentos como aquele me faziam acreditar que minha vida poderia ser diferente, pois o ato de existir é belo, e eu não tenho culpa que o meu seja carregado. Problemas não só nos assolam como também nos destroem. -Vou indo embora Val, tenho que estregar alguns papéis pro jounin responsável. Pode assinar aqui? Disse lhe entregando o recibo da missão.

Aquele dia realmente estava sendo extremamente cansativo, minhas pernas doíam, meus pés latejavam, e minha cabeça parecia que ia cair, no entanto, o ambos os objetivos haviam sido concluídos. -Aqui está, Hikura. Coloquei sobre a mesa daquele sujeito moreno e estranho os dois papéis que havia me entregado, ambos assinados por seus receptivos contratantes. -Ótimo Derek, continue nesse ritmo e as pessoas começaram a te notar. Houve uma pausa que só foi quebrada quando os olhos deles se fixaram aos meus. -No nosso mundo, você tem que saber quando é bom ser notado. Ele sorriu e me indicou a porta. -Vá, é fim de tarde já, se você atrasar ficará sem janta. Todos naquela organização social que chamávamos de comunidade sabiam o poder da fúria que Jurema tinha quando se atrasavam para o seu jantar. Eu amava comer. Por isso, não tardei nem por segundos para me tirar dali e ir direto para casa depois daquela tarde exaustiva.


CH: 15 & HP: 10 & ST: 5

o.b.s.: 01. Levar os cães de uma idosa para passear pela vila;
03. Recolher o lixo da vila;

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em 29.12.18 20:24
@
30 de experiência adquirida & 10 mil ryous.
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[Missões O.P] Derek Empty Re: [Missões O.P] Derek

em 31.12.18 0:12



[Missões O.P] Derek Original


Todo o meu corpo estendia-se sobre o telhado da minha residência. Morávamos nas terras mais afastadas do clã Uchiha, próximo ao campo de treinamento do monte. Era um local especialmente alto, ao ponto de elevar-se acima do restante do vilarejo. Meus olhos observavam de uma forma que quase acariciavam as estrelas, de tão gentil e inocente que era aquele ar. Gostava do silêncio, da solidão; costumava me retirar sempre, buscando a plenitude que se contempla apenas quando está só. O vazio que paira sua mente quando você apenas observa e capta, passa a ter um processo muito mais orgânico na digestão de suas idéias, é reconfortante. Algumas poucas nuvens erguiam-se em forma de parede, uma ao lado da outro, e pareciam uma pintura central emolduradas pelo céu estrelado, e naquela noite ele realmente brilhava. Algo que costumava chamar minha atenção era os astros, olha-los de forma mais singular do que passageira era algo que me fazia embargar em devaneios filosóficos até para mim. Uma estrela cadente por exemplo, ela representa várias coisas, luz após a morte, um último suspiro de gratidão, uma sorte incalculável digna de desejo, ou simplesmente um pedaço de algo que não convém, caindo no vazio cósmico. Observe, para cada Eu existe uma estrela e um significado para si, e os astros sempre foram os que melhor representam essa diversidade de ideias. Piscava de forma nada regular, não queria perder absolutamente nada do que poderia se passar naquele universo de improbabilidades, mas fui interrompido.


Em uma explosão de fumaça meu mentor surgiu ao meu lado, já sentado e com típico cigarro de cannabis entre os lábios. -Sempre sei onde te encontrar. Parecia sereno aquela noite, devia ter tido um bom dia. -Nunca espero espero estar me escondendo. Retruquei e tom ameno. Nos víamos todos os dias, acordava ainda de madrugada para irmos treinar, isso quando não íamos noite à dentro praticando. Algo em comum entre eu e meu pai é que tínhamos essa mesma estranheza, essa insanidade por treinos, missões, lutas... Queríamos estar sempre na prática do que chamávamos de "melhor esporte do mundo", nos divertíamos em sermos shinobis, bom, eu quase sempre. Porém, no último mês ele se afastou muito em missões além de nossas fronteiras, andava com uma expressão mais preocupada do que de costume e algo lhe afligia; talvez por isso andasse fumando tantos baseados. -Como andam suas missões, garoto? Ele se deitou ao meu lado e passou a observar o céu, ele também gostava daquilo. Cade palavra minha um trago que ele dava em sua erva -Vai tudo bem, pai. Ajudei a tia Valkyria esta semana, tirando isso não teve nada demais ainda. Ando estudando também, sempre que possível. E as suas? Você tem me parecido muito preocupado ultimamente. Ele respirou fundou e sentou-se ao meu lado. Sua mão se moveu silenciosa em minha direção, oferendo-me o cigarro. Ele certamente não estava pleno de suas faculdades mentais, em sã consciência nunca estaria me oferecendo maconha. Ele estava perdido. Aceitei! Cada frase sua, um trago que eu dava. -Tem uns sujeitos dentro da minha equipe, sabe, eles não entendem muito bem como as coisas funcionam, ou fingem não entender. Eles tem me dado dor de cabeça em campo. Jogou os braços para trás e se apoio sobre eles, esticando as pernas. -Não se mata inocente Derek, em hipótese alguma, não se mata inocente. Eu entendi tudo o que ele quis dizer e até mesmo fui capaz de associar a ideia à alguns nomes, mas preferi não prosseguir já que aquilo claramente estava lhe afetando. -Antes que eu me esqueça. Esticou sua mão em minha direção com dois papéis que reconheci assim que bati os olhos. -Hikura me pediu para te entregar isso. Meus parabéns, não é todo shinobi iniciante que tem duas missões associadas. Tome cuidado filho, e não se machuque. Treinamos no fim de semana. Hikura e meu pai eram próximos, assim como todo cargo que a casa Uchiha tentava influenciar dentro daquela cidadela. Bom, já estava na hora de deitar, ainda mais com a noticia repentina de afazeres pela manhã. Meu mestre havia sumido em uma cortina de fumaça não fazia muito tempo, e eu simplesmente entrei pela janela. 



Sempre fui fissurado pelo lado tático da coisa, aquele típico perfil ninja que lida com a estratégia do local, tanto quanto defensiva como ofensiva. Olhar plantas e forçar planejamentos, traçar rotas e posições, estar ali para executar qualquer tática traçada, era para aquilo que meu pai me treinava, para ser um líder militar e não apenas mais um corpo na linha de frente, embora a primeira fileira tenha seu valor inestimável, só esta nela quem não tem mais nada há perder. E por isso aquela missão me envolveu tanto, era uma amostra do que eu poderia fazer e a empolgação me tomava por inteiro. Eu até tentei dormir naquela noite, mas abandonei as estrelas para me sentar com os cadernos. Dois problemas: O primeiro era claro e simples; mensalmente ocorria uma feira, comercio este que movia as pessoas de todas as partes da cidade para comprar, vender, ou apenas olhar e encontrar os amigos. Um ambiente destes atrai não só os bem intencionadas, já que é encima desses que a malícia ganha. Nas primeiras edições haviam mais furtos do que hoje em dia, porém, a segurança foi o que levou à este fato e hoje eu lideraria ela, e não poderia ser diferente. O segundo era a loja de remédios tradicionais, que só nesta semana havia sido assaltada duas vezes e com o movimento que teria no dia da feira, provavelmente sofreria outro ataque. Ela ficava em uma esquina de frente para a rede de comerciantes, e tinha um ótimo ponto de fuga para trás das residências. -Vejam! Quero que Kyshu se posicione próximo à vontade, sem fazer alarde. Sente-se e dê comida aos pombas a tarde toda, apenas monitore o local. Meu dedo batia de forma frenética indicando as posições em uma grande folha aberta sobre a mesa. -Han, você ficara no corredor leste, na barraca de frutas. Será a emboscada nos fugitivos do corredor para rua. E você Irys, terá exatamente a mesma função, no entanto, no corredor oeste. Estralei os dedos e contentamento e me alonguei. -Eu ficarei sobre o templo, enfrente à entrada. Temos a região norte fechada por residência, e todos os meios e saída e intermédios estão bloqueados. Apenas tenhamos atenção e calma que hoje não parece que será um dia difícil. Vamos! Eu realmente havia encarnado o espírito da coisa, estava até com meus trajes táticos típicos. Levaria aquela operação com toda seriedade que ela não merecia.



Nos comunicávamos por fones presos à orelha; em mim, à direita. Meus olhos desfilavam o doujutsu por trás daquela máscara de gás, e tudo parecia sobre controle. Só havia algo que eu não disse para minha equipe, minha posição era estratégica por dois pontos cruciais. Dali poderia observar todo movimento que ocorreria no campo de ação onde montávamos guarda, e na melhor das hipóteses não precisaria nem me mover para interromper dos infratores. O que era ótimo, já que poderia polpar esforços se fosse preciso interceptar os assaltantes da casa de remédios, já que eles passaria obrigatoriamente pelo beco atrás do templo se fossem seguir o mesmo script que seguiram nas vezes anteriores. Dois coelhos numa martelada só! 



O vento balançava agitadamente minha capa enquanto meu corpo suspendia-se sobre uma coluna de madeira que se estendia do telhado do templo. O nervosismo tomava conta de mim, o meu desejo era único de que aquela estratégia não falhasse já que era em minhas costas que o peso sobre carregava. Meus olhos intensamente modificados observavam metros de altura acima o movimento que acontecia naquela feira. A tarde era de um calor intenso, o que justificava o céu aberto que estava presente na noite anterior. Ao longe vi uma criança correndo com a bolsa de uma mulher, parecia deslizar entre a multidão. -Kyshu, está indo na sua direção. Falei no rádio. A ação foi rápida e certeira; com uma rasteira e uma torção de braço a bolsa já estava com sua respectiva dona e o garoto cem por cento dominado. -Muito bem, muito bem. Continuemos assim. Voltem pro posição. Para nós tudo aquilo era fácil, ainda mais com a equipe que eu tive a liberdade de montar, eu conhecia cada um ali e sabia que gostavam tanto quanto eu de tudo aquilo. Um grito, um barulho de vidro quebrado e pessoas correndo sem rumo. Estava acontecendo. Parecia até que premeditado o alvoroço do menino roubando a bolça nos comércios, só não esperavam que fossemos ser tão rápidos. -Han, vá para frente da loja e confira se ninguém vai escapar. Eu pego eles na saída. Desci com velocidade o teto do templo e através do sharingan observei os dois sujeitos tomando o rumo calculado. Corriam em minha direção enquanto camuflava minha presença no topo de uma árvore que arqueava-se sobre o beco. Um ataque foi o suficiente para o primeiro. Aquele momento mostrou os primeiros traços da minha mudança psicológica. 



A kunai parecia ter deitado sobre uma cama de tão macia e cirúrgica que penetrou a jugular do primeiro sujeito. Caiu rígido no chão segurando uma bolsa com dinheiro e sem ter tido a mínima noção do que aconteceu. Seu parceiro ficou tão perdido quanto; apanhou o saco e no momento em que foi pular o muro para dentro do templo, ao apoiar sua mão sobre o concreto sofreu a ofensiva. Saltei em sua direção como uma sombra e esmaguei sua mão com o meu calcanhar, este mesmo que ao ser jogado para trás no intuito de uma pirueta, acertou o queixo daquele que logo viria a ser só restos. Não o nocauteou e eu não sei como, a força havia sido o suficiente mas ele só foi arremessado ao chão. -Não se mova, ou eu corto sua garganta. Estava frio e calma por fora, embora a adrenalina forçasse meu coração à disparar de forma intensa. -Você não é na... Novamente o metal acomodou-se sobre a carne, mas desta vez, entre os olhos do homem que não mereceu a honra de terminar sua frase. Não me movi de cima do muro em momento algum, e fiz o que fui treinado para fazer, ser rápido e letal. -Interceptei eles. Chamem alguém para retirar os corpos de trás do templo. Raramente após uma notícia de missão bem sucedida o silêncio se fazia presente, mas ao perceberem o que eu tinha feito ninguém se pronunciou. Momentos depois. -Ok Derek, parabéns pelo resultado. Disse Kyshu, se foi de forma irônica ou não, eu não sabia, e tão pouco me importava.



Costumam dizer que a primeira pessoa que você mata você nunca esquece. Mas naquela noite eu já estava novamente deitado sobre o telhado e nem sequer me recordava dos nomes daqueles sujeitos - não sei se esse tipo de bloqueio é bom-. Fato é que, eu só me importava com meu irmão e levemente com meu pai, estava no mundo para executar missões e ganhar todo tipo de conflito, e tudo aquilo para mim se tornava cada vez mais claro. Eles estavam errados em estar assaltando e não posso julga-los de forma alguma, sou sensato nisso, mas sabiam que as consequências de serem pegos eram várias inclusive essa, eu apenas executei. Tudo na vida segue a lei do retorno. Novamente a cortina de fumaça. Yamakito com seu clássico cigarro atrelado aos dedos -Fiquei sabendo sobre hoje. Disse de imediato meio afobado, nitidamente preocupado com o que o impacto da morte faria em mim. -Não foi nada demais, você sempre me treinou para não ser nada demais. Suspirei, vendo a estrela cadente passar. Fiz um pedido mentalmente. -Você será um grande guerreiro Derek, mas seja diferente de mim em alguns aspectos. Ignorei suas palavras, aquele tipo de papo não era para mim em nenhum momento do dia. Estiquei os papéis para ele, ambos assinados pelos contratante. -Mamãe falou que você vai à uma confraternização na casa do Hikura, se puder entregar eu agradeço. Ele entendeu que eu não estava muito bem naquele momento. Sumiu da mesma forma que veio, mas deixou cair seu enrolado de ervas, propositalmente ou não aquilo deveria me ajudar à relaxar. Deitei-me com as estrelas e passei a tragar.




CH: 15 & HP: 10 & ST: 5



o.b.s.: 05. Defenda os bandidos que atacam uma loja.
07. Fortalecer a segurança na feira em uma vila próxima.


Spoiler:
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Sharingan (nv. 1)
Requerimentos:
Descrição: O Sharingan (写輪眼; Lit. "Olho Copiador Giratório") é um dōjutsu kekkei genkai, que aparece em alguns membros do clã Uchiha. Apesar de seus poderes serem vistos pela primeira vez em Kaguya Ōtsutsuki, com o Rinne Sharingan, sua verdadeira forma se manifestou pela primeira vez em Indra Ōtsutsuki, o ancestral mais antigo do clã Uchiha, e mais tarde veio a ser considerado como um dos Três Grandes Dōjutsu (三大瞳術, Sandai Dōjutsu; Literalmente significa "Três Grandes Técnicas Oculares"), juntamente com o Byakugan e o Rinnegan.
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Ficha Ficha : Uchiha Takashi .
Vila Vila : União do Fogo.
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em 31.12.18 0:34
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em 31.12.18 5:35



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-Como está se sentindo Derek? Desde minha última missão eu estava fazendo acompanhamento psicológico. Era lei, após o primeiro homicídio todo shinobi teve passar por terapia para acompanhar seu estado psicológico. Eu era apenas uma criança, era para estar dentro de uma clínica respondendo sobre meus pais e sobre os abusos físicos e psicológicos que sofria em casa, não sobre assassinatos e atrocidades em via pública. -Está tudo como deve estar. Ela passou a olhar sua caderneta e a anotar. -Recebi o relatório da sua última missão. Tem certeza que tem se sentido bem? Suas perguntas me geravam injuria, eu poderia estar em casa ou fazendo algo com Rumpel mas estava ali, sentado escutando alguém que achava conhecer as crueldades do homem. -Sim, eu estou bem. E se é a respeito daqueles dois corpos atrás do templo, eu só tenho que dizer que fiz meu trabalho. Ela não parou de anotar e se demonstrou mais intensa com a minha fala. Anotava mentalmente cada traço que ela demonstrava em suas atitudes, mas estava entediado demais para levar tudo aquilo em conta, só esperava ser encaminhado logo para a próxima jornada, mas sabia que tudo dependeria daquele mulher. Seus cabelos eram loiros e caíam sobre os ombros, seu ar analítico não me impunha medo ou respeito, apenas tédio. -Você fez de uma missão rank C resultar em dois assassinatos desnecessários. Suspirei e apertei os braços do poltrona. -Não doutora, eu fiz uma missão rank C ter o caminho mais fácil e mais indolor possível. Eu fui rápido e eficiente no que fiz, e é por isso que andam me escolhendo pra seguir o trabalho. Ela largou a caneta e a caderneta sobre a mesa ao seu lado. -Não Derek, te escolheram pois você é capacitado e não um assassino. Meus braços se puseram sobre os joelhos e me arqueei para frente, aproximando-me dela. -Você acha mesmo que para um shinobi eficiência não se resume muitas vezes à um corpo jogado ao chão? Nós somos treinados para isso, e eles deviam agradecer uma criança com a minha idade tendo a frieza que eu tive em campo. Não sei se outros teriam. Ainda restavam trinta minutos de conversa, mas não me interessou, levantei da poltrona e me retirei da sala da forma mais grosseira que pude. Na manhã seguinte, me arrependi.




Eu estava realmente enfurecido sobre o encaminhamento daquela manhã. Chovia, fazia frio e as missões paras as quais fui designado eram o cúmulo do ridículo. O costume de me sobrecarregar de tarefas diárias não mudou, só a seriedade dessas tarefas que caiu por terra. Auxilar dois filhos mimados pra que? Até que, sentado naquela sala tudo passou a fazer sentido. Certamente eu tinha sido encaminhado para aquela tarefa pois minha consulta não tinha sido das melhores e essa era o aprendizado para saber lidar melhor com esse tipo de situações. Mas a família Hason? Eles estavam alheios aquela situações. Eram certamente os Lordes mais tradicionais e antigos nas terras da União do Fogo. À eles eram dados vários feitos; pontes construídas, cidades auxiliadas, massas manipuladas e dinheiro desviado dos nossos cofres. Os Uchiha por muito tempo lhe serviram de proteção pessoal, mas eram outras épocas e o mundo não girava mais entorno do mesmo eixo ou dos mesmos interesses. Agora, um Uchiha se aproximava da família novamente, mas desta vez, com a missão menos digna possível, carregar compras de uma garota mimada e ensinar física para uma porta? Hikura realmente queria me ver mal pois sabia até onde eu poderia ir, e aquilo tudo era piada.


-Não é difícil Fukashu, só calcular o delta. Aquele garoto tinha cerca de cinco anos amais que eu e ali estava, aprendendo física com uma criança de onze anos. Se eras vergonhoso para mim estar ali, imagina para aquela ameba que eu era obrigado a tratar bem. Estávamos em seu quarto, um dos trinta e seis quartos do maior palácio da região norte do país. Seus cabelos e curtos e ralos acabavam-se nas dobras de sua cabeça, enquanto seu sobrepeso ocupava a cadeira. -Mas eu não consigo. Ele estava quarenta minutos tentando terminar um cálculo simples, enquanto em minha mente tudo aquilo já estava resolvido antes mesmo de passar para o papel. -Basta cruzar os dois e calcular de maneira invertida, veja bem. Apanhei a caneta de suas mãos e passei a escrever de forma calma e instrutiva. -Viu? A dificuldade está na sua cabeça. -E que cabeça- Pensei ao olhar as entradas que sobravam em seu cabelo. Aquele adolescente era medonho, tomara que eu não cresça para ficar assim. -Hmmm... Não faz sentido. Bati a cabeça contra o caderno de forma proposital para que ele percebesse o quão burro ele realmente era. -Vamos, mais uma vez. Após um suspiro fundo, continuei aquela tarefa árdua que mais parecia com fazer um papagaio aprender a conjugar tempos verbais.


A tarde havia sido longo mas aquela noite seria recompensadora. Era noite e eu e Kath caminhávamos no centro comercial da vila. Ela era a coisa mais bela que eu havia visto nos últimos tempos. Seus cabelos negros como a noite se perdiam na transparência de sua pele, uma oriental em todos os sentidos estéticos e apenas estáticos, já que não estava muito distante de seu irmão no aspecto psicológico. Linda e vazia, como de costume; não sei a capacidade que gente bem de vida tem para criar os filhos, geralmente crescem para virar entulho. -Olha Derek, o que acha deste em mim? Faziam três horas desde que terminei de ajudar seu irmão, e duas que eu estava carregando suas compras pelas ruas da cidade. -Está ótimo. As palavras saíram entediadas de meu lábios, enquanto via ela provar roupas pela milésima vez. Não importa o quão bela fosse, já estava exausto e queria apenas o conforto do meu colchão. -Você não está muito animado. Respirei fundo e busquei paciência. -Estou exausto e com problemas, se importa se formos um pouco mais rápidos? Ela se incomodou com a minha frase e pareceu se enrolar mais ainda. Odeio esses ricos, não sabem um terço da vida.


Embora eu pudesse ter furado a jugular da garota e ter começado um conflito político entre meu clã e sua família, não o fiz, eu tinha que ser honroso em minhas tarefas. Ambos os papéis assinados pelo pai burocrata dos adolescentes estavam minhas mãos, e mais uma repetitiva vez estava eu lá, em pé no meio da sala de distribuição, olhando de forma fixa e solene o jounin. -Como você está? Nunca ninguém me perguntou como eu estava, nem mesmo o meu pai, e aquele excesso de confiança estava me incomodando demais naqueles dias, ainda mais por quererem me tratar como alguém especial. Ninjas matam, essa é a nossa função. -Virou minha psicóloga Hikura? Meu tom sarcástico esticou-se pela sala enquanto me sentava a sua frente. -Engraçado Derek, quer mais duas missões como essas de hoje pra ficar mais sereno? Seu tom foi ameaçador, mas reduzido pelo som dos ryous dentro do saquinho caindo sobre a mesa. -Quero missões de verdade, só me chame de novo quando tiver mais dessas, tudo bem? Já estava na porta com meu dinheiro saltando de forma constante da minha mão para o ar e voltando. -Adeus! 



CH: 15 & HP: 10 & ST: 5

o.b.s.: 06. Ajudar o filho de uma família rica a estudar;
20. Carregar as compras para uma garota rica;

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em 10.01.19 12:22



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Nunca me considerei uma criança psicologicamente estável; tinha quadros depressivos que estimulavam ainda mais meu desanimo natural. No entanto, sempre gostei daquele avatar sombrio que paira meus ombros, costumo escuta-lo com mais frequência do que deveria. Entre meus superiores esta característica de não medir as consequências em acertar letalmente ou não um sujeito, já era demasiadamente conhecida e talvez por isso me encaminhassem com tanta frequência para missões de "abate". De certa forma, toda aquela criação hierárquica e social era uma fabrica que produzia de forma constante e eficiente robôs de realidade autônoma programados para tarefas imorais. Pequenos aprendizes da existência na beira de seus nove anos lidando com sangue tinto escorrendo por paredes brancas, é o tipo de situação que permeia não só seu inconsciente. Mas tinha um pouco naquela tragédia toda que não me deixava abandonar o remo, eu gostava da lógica que tinha por trás de tudo aquilo, do fato como todas aquelas relações sociais se encontravam e se desmembravam em colisões ou adesões sistemáticas em uma ordem simples. Pena que eu era preguiçoso demais para me empenhar nisso, e inteligente demais para aceitar me dominar por sociopatias induzidas. No entanto, sempre existe o "más"...


Meus lábios seguravam entre eles o cigarro enrolado, enquanto cada trago era prensado no meu pulmão como ar comprimido. Aquilo me relaxava. Equilibrava até que de forma eficiente pro meu estado naquele fim de tarde, uma kunai na ponta do meu indicador. Sentado aos pés de uma árvore com minhas costas confortavelmente alinhada ao seu tronco, que agora me servia de encosto. Eu amava aquele local pelo seu silêncio! Era uma cachoeira ao norte das reservas do clã e sempre foi meu refúgio. Lá dormi algumas noites, estudei algumas tardes, nadei algumas manhãs, cresci naquela floresta e aquele talvez fosse o local que mais me inspirava paz e tranquilidade. Meus olhos fixaram-se no pôr do sol mas minha mente não resultou tão rápido assim em seu esplendor, já que de forma repentina uma cortina de fumaça surgiu de forma breve e consistente no local. -Oi filho, como está? Como eu gostava daquele sujeito. Logo sentou-se comigo, colocando seus óculos escuros e acendendo seu próprio baseado. -Estou ótimo. Hoje foi um dia mais cansativo do que todos os outros costumam ser. Ele riu em ironia. -Você nem está começando ainda, você não sabe o que é cansativo. Vamos, me diga, o que você sabe sobre xadrez? Ele colocou uma peça de madeira embranquecida entre nós, na grama, obviamente era um rei. -Você sabe que eu sei jogar xadrez! E realmente eu sabia, aliás, Kowen mesmo havia me ensinado, e se havia um mestre qualificado para tal feito era ele, e a brincadeira me alfinetou de certa forma. -Eu sei que você conhece o jogo como todo bom jogador deve, mas minha pergunta é mais filosófica que isso Derek. O que você aprendeu com o xadrez? Sua próxima missão dependerá disso. Espionagem? Ele realmente esta cogitando minhas capacidades intelectuais para fins que não sejam de combate imediato? Isso me surpreenderia. -Espionagem! Você terá que dar cabo do conflito entre Bloods e Crips que tem passado por cima de qualquer autoridade nas regiões periféricas. Me surpreendi! -E qual o motivo de não mandarem uma autoridade de fato? Apanhei o rei e passei a brincar com ele entre meus dedos. Começaria a jogar ali. -Não precisamos de tanto esforço. Seu treinamento é para a inteligencia, eu escolho suas missões de forma específica em sua maioria, e esse é seu próximo passo. Acenei de forma positiva com a cabeça aceitando todo o peso daquela responsabilidade. Desta vez, a fumaçava foi a origem do meu sumiço imediato.


Algo deve ser notado antes de toda esta operação: Eu estou sozinho, em uma tarefa única e urgente de interceptar e dar cabo dos dois maiores mentores do mercado negro e contrabando de mercadorias do vilarejo. Juntos, representavam boa parte do PIB do crime organizado na região, mas eram tolos e gananciosos, e nesses detalhes cometiam suas falhas. Mata-los não resolveria o problema, já que seus vices assumiriam de forma imediata, mas mata-los na mesma reunião de forma simultânea passaria a mensagem que eu queria, e acalmaria esse oceano por um tempo. Fato é, a reunião aconteceria em uma zona neutra do interior, em uma casa que já havia sido alugada por ambos uma semana antes e sofrido seus devidos preparativos para a segurança do local -aquilo era para evitar uma guerra que tinha aquela reunião como motivo para piorar-. Pude conferir de forma mais detalhada a residência quando me aproximei; era presa à um paredão de pedras que se erguia em forma de "u" ao redor do lago. Sua entrada era através de uma trilha simples que guiava pelo precipício até a porta principal. Mas através das plantas que Kowen havia me disponibilizado ao dar encargo da missão, aquela residência não era perfeita por possuir apenas um acesso e ser de fácil segurança, mas ela possuía também uma passagem subterrânea que ia rumo contrário à queda e era por lá que ambos entrariam; juntos e em silêncio como manda a tradição -negócios são tratados apenas na sala de negócios-. Homens de pouca conversa. A minha meta não era extrair informação, isso nossa inteligência já havia feito, meu objetivo era apaga-los de forma que desse à entender que estamos observando atrás do nevoeiro, e podemos limita-los quando for conveniente -e não me importa quando será-.

 
Foi organizada de forma padrão o posicionamento dos capangas já que o conflito estava ao lado deles, e não vindo de necessáriamente de fora. Dentro da residência eles ficaram sozinhos, Mark e Kyoto, duas linhagens diferentes, de regiões diferentes, utilizando armas e menores de idade para fins ideologicos e mercantís, nada muito diferente do que a união do fogo faz -mas ela tem licença para isso-. Naquela sala habitada só pelos dois reis e seus conselheiros, ele primeiro jantariam e guiariam uma conversa pacífica e tranquila imersa em falsidade sobre suas famílias, vidas e hobbies. Apenas após o jantar entre aqueles quatro sujeitos o carro chefe da noite iniciaria. Toda essa lógica patética das tradições me davam sono, mas ali naquele momento seria a escuridão deles próprios. Teria tempo para a formulação do plano.
 
A entrada do túnel era a parte mais protegida da que havia ali na residência, e essa onda de poder maciço avançaria sentido à casa conforme os líderes se aproximassem dela, desta forma, a ação imediata é posicionar-me na casa antes mesmo que eles cheguem. Levantei de onde me encontrava sentado estudando de forma oculta o alvo e avancei sorrateiro. Me esgueirei por entre as árvores até alcançar uma posição estratégica em um arbusto próximo à queda do penhasco e poucos metros distante da residência que se enconstrava suspensa nas rochas logo abaixo. O problema imediato eram aqueles dois sujeitos com katanas que resguardavam o acesso pela parte superior. Ambos alinhados à minha frente de costas para o lago e fixos na floresta -em transe, já que não me viram-. Observei que havia uma espécie de saliência contínua no desfiladeiro que me guiava cerca de dois metros da retaguarda daqueles porquinhos. Uma bomba de fumaça estourou na entrada da floresta à frente deles, o que gerou preocupação e agitação ali. Com as lâminas em punhos e de guarda baixa em meu vetor, não notaram o que havia acontecido, ou o que os fez cair por terra. Limpei o sangue da lâmina e retornei-a ao coldre. O próximo ponto estava metros à minha frente quando já sobre o telhado, buscava caminhar da forma mais discreta possível; daquele momento em diante não havia mais volta. Os seguranças tinham suas atenções voltadas para as áreas dos arredores, então por um certo momento eu permaneceria oculto. Os corpos estavam no que foi meu arbusto de origem, e eu sentia o vento vivo e gélido em minha pele.
 
Não pude deixar de notar a beleza daquele local, por um breve momento, em meio a todo aquele caos, um vislumbre do que é belo e notável. O sol novamente estava se pondo e a forma como ele refletia sobre a água enquanto as pedras o ofuscavam causava um efeito visualmente lindo. Mais tarde pensaria em adquirir aquela residência previlegiada. Através de uma telha solta do telhado entrei no forro da casa e lá me mantive em silêncio. Pude escutar os passos vindos como trote pelo chão de paralelepipedos do túnel até transformarem-se em silêncio no carpê. Aquela região oca pela qual meu corpo se movia sobre a casa tinha espaço suficiente para caminhar, mesmo que muitas vezes de forma complicada. E utilizando a vantagem desta mobilidade tomei posto logo acima do som feito pelas cadeiras da mesa de jantar, presumidamente abaixo de mim neste momento. Começaria o jantar e a execução seria antes dos negócios. A mesa como de costume já estava servida, e lá na sala principal eles jogavam com suas palavras. Não conseguia escutá-los muito bem, embora o eco meu ajudasse muitas vezes. O forro era de uma madeira resistente, mas o tempo já havia lhe servido de veneno, aquilo certamente quebraria com o método correto.
 
Saltei de forma rápida para cima e ainda no ar, no momento da queda, forcei o máximo que pude os pés contra a madeira. Me vi caindo de uma altura de cerca de sete metros, nem eu mesmo imaginava estar tão alto naquele local. Respirei fundo e de imediato à quebra já me encontrava atravessando o buraco recém feito. Uma, duas! Na queda minhas mãos pequenas e firmes lançaram de forma conclusiva kunais contra o crânio de Mark, que pendeu para direita, e Kyoto que pendeu para a esquerda -nem em morte concordariam-. Aqueles conselheiros eram de fato conselheiros, não tinham nada além daquele frágil aspecto sombrio da mente que ocupa as cortinas do rei. Olhei ambos de relance quando pousei sobre a mesa, forçando ela a quebrar com o meu peso mas me mantendo estabilizado sobre um dos joelhos. Em conjunto com minha chegada, uma cortina intensa de fumaça caiu sobre o local e então um dos conselheiros se viu atingido por uma shuriken que penetrou de forma giratória e dilaceradora sua jugular. O outro conselheiro? A esta altura estava em queda livre comigo! Após o último ataque apanhei o sujeito que restava e o joguei contra a janela me mantendo agarrado as suas costas. Agora? Uma queda segura para mim diretamente para o local metros abaixo da casa, para ele nem tanto. Aquela adrenalina me deixava em extase, e eu não conseguia cessar as perfurações no peito daquele sujeito, que já no ar esguichava sangue, e ao chegar à água não tinha mais vida.
 
Mergulhei e saí nadando de forma frenética até um espaço verde à borda do lago, espaço este que possuia uma passagem entre as pedras, um atalho da beleza natural em sua snotáveis condições. Atravessei ele e parti dali, buscando como único rumo encontrar Kowen e afirmar a missão.
 
-Parabéns meu filho, eu sabia que você saberia a forma correta de agir. Estávamos na sala jogando xadrez. -Eu também sabia, eles eram ladrões e não shinobis. Ele moveu sua peça, seu jogo me enrulava -Isso não tira seus méritos, seja inteligente, todos começam de um lugar. No entanto, eu sempre encontrava uma saída para suas jogadas. -Isso nem sequer foi espionagem, foi apenas mais uma execução para a União. Isso não é inteligencia. Eu sabia que também fazia parte, mas muitas vezes é preciso se deixar perder uma peça para adquirir uma de maior valor. -Isso não é espionagem, é xadrez. Viver é ser estratégico e eu quero que você aprenda isso. Ele sorriu e continuou -Xeque! Embora não fosse Mate eu havia calculado todas as probabilidades ali possíveis, e nós continuaríamos em uma, no máximo duas jogadas. -Então você podia começar a me por em questões de inteligência de verdade. A ganância e arrogância do jovem é o que faz ele perder o jogo antes. -Mate! Ele se levantou de forma calma e pacífica da sua cadeira, colocou a mão sobre minha cabeça e me acarinhou como se eu fosse um cão, aquilo me irritava ao extremo. -Vamos ver. Disse e se retirou. Talvez eu também devesse dormir.




CH: 15 & HP: 10 & ST: 5



o.b.s.: 09. Esgueirar-se em uma casa e investigar os seus novos residentes.
10. Terminar uma guerra de gangues, pela força se você precisar

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em 10.01.19 15:28
Avaliação: Acho que você poderia ter transportado ainda mais o conceito para nossa trama. Se você quer usar essa micro-trama envolvendo grupos rivais, cabe totalmente na nossa trama, visto que recém saímos dos Estados Combatentes em que grupos/clãs se matavam, serviam de mercenários etc. Algumas ideias era ter mostrado como o Acordo de paz abalou a forma de ganhar dinheiro desses grupos, afetou seus ideais, contradições internas etc e a relação deles com a nova sociedade. Daria inclusive para fazer diversas missões desenvolvendo esse tema e esmiuçando-o.

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